ANVISA
Teresinha Ferreira
21 de setembro de 2026 às 15:27 ▪ Atualizado há 51 minutos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Phesgo, utilizado no tratamento de câncer de mama. Além disso, a agência determinou a retirada de três lotes falsificados da toxina botulínica Dysport. As resoluções foram divulgadas na segunda-feira, 21 de agosto.
No caso do Phesgo, a empresa Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos identificou unidades com características distintas das originais. A medida atinge especificamente o lote B5011B05, fabricado em junho de 2025. A Anvisa proíbe armazenamento, comercialização, importação, exportação e uso desses produtos falsificados. Profissionais de saúde e pacientes devem conferir a numeração dos lotes antes de utilizar o medicamento.
Para o Dysport, a Anvisa determinou a apreensão dos lotes P08191, com validade até abril de 2029; P08192, até maio de 2029; e P22368, com validade até fevereiro de 2029. Segundo a Beaufour Ipsen Farmacêutica, responsável pelo produto, esses lotes não são reconhecidos. Consumidores devem evitar esses produtos e reportar qualquer suspeita de irregularidade às autoridades.
Além disso, a Anvisa suspendeu propagandas na internet de medicamentos manipulados pela empresa Queen Pharma Aesthetic. Foram atingidos produtos para emagrecimento, saúde capilar e outros tratamentos estéticos. A lista completa está disponível no site da Anvisa. Publicidade de medicamentos manipulados também foi proibida para a Farmácia Malheiro.
A agência ainda vetou a publicidade e venda de produtos de cannabis por uma empresa não identificada. Esses produtos não têm registro ou autorização comercial no país. Consumidores são aconselhados a verificar autorizações da Anvisa antes de adquirir esses itens.
Fonte: Agência Brasil