Política

Decisão do TSE

TSE julga ordem que removeu postagens sobre Nossa Senhora

Sessão virtual está agendada para quarta-feira, 30, às 10h.

Teresinha Ferreira

29 de setembro de 2026 às 21:37 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O TSE marcou uma sessão para discutir a remoção de postagens relacionadas a Nossa Senhora Aparecida.
  • A sessão ocorrerá na quarta-feira (30), começando às 10h.
  • A questão envolve um pedido de Flávio Bolsonaro para remover uma postagem do humorista Antonio Tabet.
  • A postagem de Tabet criticava Flávio Bolsonaro, sugerindo hostilidade à padroeira do Brasil.
  • Bolsonaro negou ter proposto retirar o título de padroeira.
  • Ministro Flávio Dino anulou a remoção, mas Luiz Fux reverteu a decisão após recurso.
  • A sessão avaliará os limites entre liberdade de expressão e desinformação em período eleitoral.

Agência Brasil Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu agendar para esta quarta-feira (30) a sessão virtual que vai julgar a decisão de remoção de postagens nas redes sociais relacionadas a Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A sessão está programada para começar às 10h.

O ministro André Mendonça inicialmente atendeu a um pedido do candidato Flávio Bolsonaro para remover postagens, incluindo uma do humorista Antonio Tabet, alegando que o texto fazia parte de uma campanha de desinformação. Flávio Bolsonaro negou ter proposto qualquer legislação para retirar o título da santa.

O impasse começou quando Antonio Tabet compartilhou nas redes sociais uma mensagem crítica ao candidato, sugerindo ódio em relação a Nossa Senhora Aparecida. A publicação levou a um pedido de remoção por Bolsonaro sob alegação de notícia falsa.

No domingo (27), o ministro Flávio Dino anulou a remoção das postagens, mas essa decisão foi revertida por Luiz Fux após recurso de Flávio Bolsonaro. A sessão desta quarta-feira discutirá a validade dessas ações contrárias.

Análises posteriores serão essenciais para entender as implicações desta decisão, que não foi tratada na última sessão do STF. O desfecho ajudará a clarificar os limites entre liberdade de expressão e desinformação em período eleitoral.

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Fonte: Agência Brasil