Política

ELEIÇÕES 2026

TSE garante segurança e auditabilidade nas eleições de 2026

Tribunal reforça fiscalização do sistema eletrônico com criptografia e auditorias.

Da Redação

12 de agosto de 2026 às 19:01 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O TSE está intensificando a segurança e fiscalização do sistema eletrônico para as eleições de 2026.
  • A votação e totalização são descentralizadas e públicas, com verificação dos dados em cada seção eleitoral.
  • Resultados são registrados em boletins impressos e transmitidos por canais criptografados.
  • Partidos e instituições podem auditar o processo em várias etapas.
  • A biometria garante o acesso seguro dos eleitores às urnas.
  • Recontagens podem ser solicitadas, com urnas preservadas para auditorias.
  • O voto impresso foi considerado inconstitucional pelo STF.
  • O sistema eleitoral brasileiro é considerado seguro e moderno, sem fraudes comprovadas desde 1996.

Agência Brasil TSE garante segurança e auditabilidade nas eleições de 2026

Com a aproximação das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intensifica a segurança e fiscalização do sistema eletrônico de votação. Segundo Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação, a votação e totalização são descentralizadas e públicas, permitindo a verificação dos dados em cada seção eleitoral.

Valente explicou que a apuração começa na própria seção eleitoral. Após a votação, a urna eletrônica registra os resultados e imprime um boletim com os votos. Uma cópia é afixada no local, e os dados são disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

Os resultados são transmitidos por canais criptografados e passam por verificações antes de serem totalizados. O processo confirma, entre outros, a origem correta dos arquivos e a assinatura digital correspondente. "Não é só receber e somar. Tudo é verificado", afirmou Valente.

Partidos, candidatos e instituições fiscalizadoras podem acompanhar as etapas do processo, com dezenas de oportunidades de auditoria. A biometria também é destacada por Valente como uma camada de segurança, garantindo que apenas eleitores identificados liberem a urna para votar.

Eventuais questionamentos sobre os resultados são levados à Justiça Eleitoral. Em caso de recontagem, as urnas e registros digitais permanecem preservados para auditorias. Valente lembrou que a ideia do voto impresso foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido a problemas técnicos e aumento de falhas quando testada em 2002.

Para Valente, a participação de partidos e instituições na fiscalização é essencial para a confiança no sistema, que ele considera um dos mais seguros, modernos e auditáveis do mundo. Desde a adoção do sistema eletrônico em 1996, não há registro de fraude comprovada, destacou. A substituição das cédulas de papel eliminou fraudes documentadas na coleta e guarda de votos.

O processo eleitoral brasileiro se destaca por permitir diversas oportunidades de fiscalização, o que reforça a segurança e credibilidade dos resultados.

Fonte: Agência Brasil