Política

ELEIÇÕES 2026

Senado 2026: 314 candidatos disputam 54 vagas com destaque feminino

Homens são maioria, mas participação feminina aumenta; Piauí lidera em concorrentes

Teresinha Ferreira

17 de agosto de 2026 às 20:38

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  • Em 2026, 314 candidatos disputam 54 cadeiras do Senado, uma média de 5,8 por vaga.
  • Principal perfil dos candidatos: homens brancos, casados, com ensino superior, acima de 50 anos.
  • Duas das três cadeiras do Senado serão renovadas em cada estado e no Distrito Federal.
  • Houve uma redução de 10,8% no número de candidatos em relação a 2018.
  • Mulheres representam 22% dos candidatos, um aumento desde 2018.
  • Diversidade racial: 37,3% são pretos ou pardos, em relação a 33,5% em 2018.
  • 60,8% dos candidatos são brancos, uma redução em comparação a 2018.
  • Dois terços dos candidatos têm mais de 50 anos, com uma mediana de idade de 56 anos.
  • 79% dos candidatos têm ensino superior completo.
  • Advogados são o grupo ocupacional mais comum entre os candidatos.
  • PL lidera em número de candidatos, seguido por UP, PSOL, MDB e PT.
  • Piauí tem a maior concorrência, enquanto Alagoas tem a menor.
  • 66,9% dos candidatos nasceram no estado onde concorrem.

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Nas eleições de 2026, 314 candidatos estão na corrida por 54 cadeiras do Senado, significando uma média de 5,8 postulantes por vaga. A maior parte dos concorrentes é composta por homens brancos, casados, com ensino superior completo e com idade superior a 50 anos, conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Este ano, serão renovadas duas das três cadeiras do Senado em cada estado e no Distrito Federal. Em comparação com 2018, quando 352 candidatos disputaram as mesmas 54 vagas, houve uma redução de 10,8% no número de candidaturas.

Mulheres representam 22% do total de candidatos, um aumento em relação a 2018, quando eram 17,3%. A proporção se estabilizou desde 2022, mantendo-se em torno de 22,5%.

A diversidade racial também surge como uma característica importante: 37,3% dos candidatos são pretos ou pardos, em comparação com 33,5% em 2018. A representação de candidatos brancos diminuiu de 65,6% para 60,8%.

Quanto à idade, dois terços têm mais de 50 anos. A mediana é de 56 anos, enquanto 205 candidatos têm 50 anos ou mais.

O ensino superior é predominante entre os candidatos, com 79% tendo completado o nível superior. Outros 6,7% têm ensino superior incompleto. A maioria, 61,8%, é casada.

Advogados são o grupo mais comum entre os candidatos, com 11,5% citando essa ocupação. Em seguida, estão deputados, empresários, senadores, médicos e engenheiros.

Em termos de partidos, o Partido Liberal (PL) lidera com 33 candidatos em 25 unidades da Federação. Outros partidos com forte presença incluem o Unidade Popular (UP), PSOL, MDB e PT.

No Piauí, há a maior concorrência: 20 candidatos para duas vagas, uma taxa de dez por vaga, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contraste, Alagoas tem a menor disputa, com sete candidatos para duas vagas.

A maioria dos candidatos, 66,9%, nasceu no estado onde concorria, enquanto 33,1% são de outros estados.


Fonte: Senado Notícias