Política

Declaração oficial do ministro

Ministro rebate críticas e diz que Bolsa Família tirou 5,1 milhões de famílias da pobreza

Ministro Wellington Dias afirma que aumento de renda familiar permitiu saída de 5,1 milhões de beneficiários desde 2023

Da Redação

27 de maio de 2026 às 13:35 ▪ Atualizado há 17 minutos

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  • O ministro Wellington Dias afirmou que 5,1 milhões de beneficiários deixaram o Bolsa Família desde 2023 devido ao aumento de renda.
  • Isso representou apoio direto a cerca de 15 milhões de pessoas.
  • A declaração refuta críticas de que beneficiários querem permanecer indefinidamente no programa.
  • Dados de estudos da FGV e do Banco Mundial mostram que 70% da geração inicial de beneficiários superou a pobreza.
  • O PNUD indicou melhora socioeconômica e um IDH de 0,805 para o Brasil.
  • Cerca de 5,9 milhões de inscritos do Cadastro Único atuam como pequenos empreendedores.
  • Mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C.
  • O programa exige contrapartidas nas áreas de saúde e educação para melhorar as condições ao longo do tempo.

Ministro rebate críticas e diz que Bolsa Família tirou 5,1 milhões de famílias da pobreza

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias (PT-PI), afirmou que 5,1 milhões de beneficiários do Bolsa Família deixaram o programa desde 2023, após aumento de renda familiar. Isso representa auxílio direto a cerca de 15 milhões de pessoas. A declaração foi dada durante o programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“Só de 2023 para cá, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza. Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, disse o ministro.

O dado rebate críticas recentes feitas pelo apresentador de TV Luciano Huck, que sugeriu que beneficiários desejam permanecer no programa indefinidamente. Dias argumentou que essa percepção está ligada a preconceitos históricos contra camadas mais pobres.

“É preciso aproveitar fatos como esse para que a gente enterre de vez o preconceito com relação aos mais pobres”, afirmou.

O ministro ainda ressaltou a eficácia do programa com base em estudos, como levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial, mostrando que 70% da primeira geração de beneficiários deixaram a pobreza. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também indicou melhora no perfil socioeconômico, com o Brasil alcançando um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805.

“O próprio estudo aponta que um dos principais alicerces foi o Bolsa Família”, disse Dias.

Além disso, dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam como pequenos empreendedores.

O ministro destacou que mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do programa: “O que o presidente Lula quer é um país com uma grande classe média”.

Para ter acesso ao Bolsa Família, é preciso cumprir contrapartidas nas áreas de saúde e educação, supervisionando desde a gestação até a adolescência, com foco na saúde e na frequência escolar, criando condições para superar a pobreza ao longo do tempo.

Fonte: Agência Brasil



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