Política

CONTRA O FEMINICÍDIO

Lula sanciona novas leis para proteger mulheres; entenda

Medidas incluem criação do Cadastro Nacional de Agressores e novas regras para segurança digital

Da Redação

22 de maio de 2026 às 08:14 ▪ Atualizado há 39 minutos

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  • Lançamento do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio com ações após 100 dias.
  • Sanção de quatro leis e dois decretos para proteger mulheres.
  • Criação do Cadastro Nacional de Agressores para crimes de violência.
  • Facilitação do afastamento de agressores e coibição de ameaças.
  • Lei 15.409/2026: Cadastro com dados sobre criminosos condenados.
  • Lei 15.410/2026: Definição de reiteração de violência como tortura.
  • Lei 15.411/2026: Afastamento imediato do agressor.
  • Lei 15.412/2026: Assegura pensão alimentícia e proteção financeira.
  • Decretos 12.976/2026 e 12.975/2026: Regras para segurança na internet.
  • Responsabilidade da ANDP em fiscalizar normas digitais.

Lula sanciona novas leis para proteger mulheres; entenda

Completados os 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou quatro leis e assinou dois decretos destinados a aumentar a proteção das mulheres tanto no ambiente físico quanto na internet.

As medidas incluem a criação do Cadastro Nacional de Agressores, que reunirá informações sobre condenados por crimes como assédio, estupro e feminicídio. Outro foco é agilizar o afastamento de agressores do convívio com suas vítimas e coibir ameaças continuadas, mesmo após prisão.

A Lei 15.409/2026 implementa o cadastro com dados estaduais e federais sobre criminosos condenados, facilitando a localização de foragidos e reduzindo a reincidência de crimes.

A Lei 15.410/2026 define a reiteração de violência como tortura, enquanto a Lei 15.411/2026 determina o afastamento imediato do agressor. A Lei 15.412/2026 visa assegurar pensão alimentícia e proteção financeira.

Além disso, os decretos 12.976/2026 e 12.975/2026 visam tornar a internet mais segura para mulheres e homens, obrigando plataformas digitais a removerem rapidamente conteúdos ilegais, como imagens de nudez não consentidas.

A Agência Nacional de Proteção dos Dados (ANDP) será responsável por fiscalizar o cumprimento das novas normas digitais, assegurando maior empenho das plataformas na prevenção de crimes.

Fonte: Agência Brasil



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