Política

CAMPANHA CONTRA ASSEDIO

Justiça Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio

Iniciativa visa coibir influência indevida no voto de trabalhadores por superiores

Teresinha Ferreira

06 de agosto de 2026 às 11:21 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Lançamento de campanha nacional contra o assédio eleitoral por TSE, TST e MPT.
  • Campanha "Aliança pelo Voto Livre e Secreto" visa prevenir pressões no ambiente de trabalho sobre escolhas de voto.
  • Assédio eleitoral envolve coerção por superiores sobre as escolhas políticas de funcionários.
  • Campanha disponibiliza materiais online para conscientização e adesão.
  • Encoraja divulgação em redes sociais, mencionando o perfil do TST.
  • Destaca práticas abusivas como ameaças de demissão e promessas de benefícios.

Agência Brasil Campanha contra assédio
Campanha contra assédio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) iniciaram, nesta quinta-feira (6), uma campanha nacional contra o assédio eleitoral no ambiente profissional.

Com o slogan No meu voto mando eu, a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto busca prevenir e enfrentar ações de superiores e colegas que tentam influenciar o voto democrático dos funcionários. O assédio eleitoral ocorre quando alguém, valendo-se de sua posição, pressiona ou coage empregados em relação ao seu voto ou apoio político.

Conforme o procurador Igor Sousa Gonçalves, do MPT, é uma prática onde o empregador limita a liberdade dos funcionários em seu direito de escolha política. Essa prática não é permitida e pode levar a repercussões judiciais em esferas trabalhistas, eleitorais e penais.

Para integrar a Aliança pelo Voto Livre e Secreto, interessados podem acessar o site da campanha, baixar materiais de divulgação e formalizar o apoio à iniciativa. Empresas e entidades podem personalizar o conteúdo para reforçar a mobilização.

A adesão pode ser divulgada nas redes sociais, fortalecendo a mensagem em prol da democracia ao marcar o perfil do TST (@tstjus).

A campanha orienta sobre como identificar o assédio eleitoral, citando práticas como ameaças de demissão por opções eleitorais e promessas de benefícios para apoio político. Essas ações se caracterizam por intimidar e constranger trabalhadores em suas preferências políticas.

Fonte: Agência Brasil