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Política comercial

Hugo Motta critica tarifas dos EUA a produtos brasileiros

Câmara pode usar Lei da Reciprocidade Econômica para proteger interesses nacionais

Teresinha Ferreira

17 de julho de 2026 às 10:18 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Hugo Motta criticou novas tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, considerando-as agressivas.
  • A medida é vista como uma ameaça ao livre-comércio e à soberania econômica do Brasil.
  • Motta mencionou que a Lei da Reciprocidade Econômica pode servir de resposta a essas tarifas.
  • O Parlamento brasileiro apoia o diálogo, mas rejeita barreiras comerciais como pressão.
  • Motta afirma não haver justificativa técnica para as medidas dos EUA.
  • A Câmara dos Deputados monitorará a situação para proteger os interesses econômicos brasileiros.
  • Brasil reafirma compromisso com a proteção do setor produtivo e empregos.

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Motta: "Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia"
Motta: "Medidas unilaterais e protecionistas como essas prejudicam a economia"

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, manifestou-se contra a imposição de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Motta criticou a medida unilateral, considerando-a uma agressão ao livre-comércio e à soberania econômica do Brasil.

Em nota oficial publicada na quinta-feira (16), Motta afirmou que tais ações prejudicam a economia, ameaçam empregos e impactam setores produtivos estratégicos. Segundo ele, a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso, pode ser utilizada como reação legítima a essas tarifas.

O presidente destacou que o Parlamento brasileiro apoia o diálogo entre nações, mas rejeita o uso de barreiras comerciais como forma de pressão. Ele reforçou que "não há justificativa técnica ou comercial" que legitime essas medidas unilaterais.

Motta também afirmou que a Câmara acompanhará os desdobramentos da situação e garantirá a defesa dos interesses brasileiros. "O Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, de seus exportadores e dos empregos dos brasileiros", concluiu.


Fonte: Agência Câmara