FLEXXIBILIZAÇÃO

Governador participa de audiência que debate regras para retomada de atividades

No encontro, o chefe do executivo estadual, chamou a atenção ainda, para a importância do Congresso Nacional, Ministério da Saúde, setores público e privado


Governador Wellington Dias

Governador Wellington Dias Foto: Divulgação

O governador Wellington Dias participou, na manhã desta quarta-feira (17), por videoconferência, de uma audiência pública promovida pela Câmara dos Deputados, onde se discutiu um projeto do deputado federal e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que organiza um regramento para a retomada das atividades econômicas no país, estabelecendo o que é atribuição da União, Estados, Municípios, empresas, trabalhadores e para os serviços públicos.

“Acho importante para se ter uma unidade no país. O grande problema que temos no Brasil é a falta de um plano nacional”, analisou o governador. Dias apresentou a experiência do Piauí no combate ao coronavírus, com destaque ao Pacto de Retomada Organizada (PRO), elaborado com base no parecer de autoridades em saúde, que estabelece a abertura gradativa de atividades, considerando dados relativos às curvas de transmissão, mortes, abertura de leitos para a Covid-19, além do impacto econômico e estimativa de pessoas que devem se movimentar com a retomada dos respectivos setores.

No encontro, o chefe do executivo estadual, chamou a atenção ainda, para a importância do Congresso Nacional, Ministério da Saúde, setores público e privado, no enfrentamento à escassez de insumos e medicamentos essenciais para a solução de problemas relacionados à pandemia.

O governador cobrou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) uma definição quanto ao reconhecimento e liberação dos respiradores desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O modelo será o primeiro respirador nordestino com todos os equipamentos e insumos fabricados no Brasil e que atende aos conceitos avançados para o tratamento da Covid-19.

Dias alertou também para a necessidade de soluções relacionadas à escassez de profissionais de saúde. “Uma abertura para garantirmos o funcionamento não só de leitos clínicos, mas de UTI”, finalizou.

Fonte: CCOM

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