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RELATÓRIO DE SEGURANÇA

Subtrações de celulares no Brasil caem 9% em 2025, aponta relatório

Roubos diminuem 18,6% enquanto furtos de celulares aumentam ligeiramente, segundo levantamento.

Teresinha Ferreira

06 de agosto de 2026 às 10:14 ▪ Atualizado há 43 minutos

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  • Em 2025, o Brasil registrou 830.890 casos de roubos ou furtos de celulares, uma redução de 9% em relação a 2024.
  • Os roubos diminuíram 18,6%, enquanto os furtos aumentaram 0,9% e representam 61% das ocorrências.
  • A média de furtos diários foi de aproximadamente 1.325 registros em 2025.
  • A perda de celulares impacta significativamente as famílias, podendo levar ao endividamento.
  • Criminosos também buscam dados para fraudes, aumentando o temor da população.
  • 78,8% das pessoas temem o roubo ou furto, e 83,2% temem golpes digitais.
  • Bloquear o aparelho imediatamente é crucial, e seguros podem mitigar perdas financeiras.
  • É importante comparar apólices de seguro antes de contratar para garantir proteção adequada.

Agência Brasil Subtrações de celulares
Subtrações de celulares

O Brasil registrou 830.890 casos de roubos ou furtos de celulares em 2025, uma redução de 9% em relação às 909.753 subtrações de 2024, conforme o 20° Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Enquanto os roubos recuaram 18,6% (de 377.787 para 308.723), os furtos tiveram um leve aumento de 0,9% (de 477.326 para 483.561).

A maioria dos furtos ocorre sem a percepção imediata da vítima, especialmente em locais movimentados e no transporte público. Atualmente, essa modalidade representa 61% das ocorrências de celulares subtraídos. O aumento de furtos levou a uma média de aproximadamente 1.325 registros diários em 2025.

O celular é crucial para muitos brasileiros, sendo usado para comunicação, transações bancárias, e gerenciamento de informações pessoais, o que significa que sua perda pode impactar significativamente o orçamento familiar. A pesquisa "Expansão de Seguros Inclusivos em Comunidades Periféricas", realizada pela CNseg e o Instituto Locomotiva, mostra que 60% dos entrevistados já tiveram um celular roubado ou conhecem alguém que passou por isso sem poder comprar outro imediatamente.

Para muitas famílias, a reposição do aparelho pode levar ao endividamento ou uso de recursos destinados a necessidades básicas. Além disso, a perda afeta os que dependem do telefone para trabalho, aumentando o prejuízo com perda de renda.

Criminosos se interessam não só pelo aparelho, mas também pelos dados, que podem ser usados em fraudes bancárias e golpes. Uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha de março de 2026 revela que 78,8% da população teme o roubo ou furto de celular, e 83,2% temem golpes pela internet ou telefone.

Para enfrentar o problema, é preciso bloquear rapidamente o aparelho e suas contas. Segundo Sidemar Sprincigo, da FenSeg, o seguro pode ajudar a amenizar o impacto financeiro e proteger contra fraudes bancárias mediante apólices específicas. Esses seguros podem cobrir roubo, furto qualificado e prejuízos de golpes, mas suas condições variam conforme a apólice.

Antes de contratar um seguro, é recomendável que os consumidores comparem critérios como prêmio, franquia e cobertura, para garantir que estejam protegidos conforme suas necessidades. Embora o seguro não evite crimes, ele pode minimizar o impacto financeiro de uma perda repentina.

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Fonte: Agência Brasil