Polícia

CASO REVOLTANTE

Presa em Teresina a madastra acusada de maltratar e morder enteada com câncer terminal

Menina de 8 anos foi levada ao hospital com lesões na cabeça e marcas de mordidas pelo corpo; suspeita nega os maus-tratos

Da Redação

04 de setembro de 2026 às 12:00 ▪ Atualizado há 6 minutos

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  • Fabian Thamyllys Ferreira de Sousa, de 24 anos, foi presa em Teresina, suspeita de agredir sua enteada de 8 anos com câncer terminal.
  • A equipe médica do Hospital São Marcos identificou ferimentos suspeitos na criança e notificou a polícia.
  • Fabian foi encontrada no bairro Dirceu e detida pelas autoridades.
  • A defesa de Fabian nega as acusações de maus-tratos e ela preferiu permanecer em silêncio, decidindo falar somente em juízo.
  • As investigações continuarão para determinar a origem dos ferimentos e as responsabilidades.
  • A identidade da criança é mantida em sigilo conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • O caso está sob investigação e o hospital ainda não se posicionou sobre o assunto.

Reprodução Fabian Thamyllys Ferreira de Sousa, de 24 anos
Fabian Thamyllys Ferreira de Sousa, de 24 anos

Fabian Thamyllys Ferreira de Sousa, de 24 anos, foi presa no bairro Dirceu, na zona Sudeste de Teresina, suspeita de agredir e morder a enteada, uma criança de 8 anos diagnosticada com câncer em estágio terminal. 

Segundo a polícia, a criança deu entrada no Hospital São Marcos na semana passada. Durante o atendimento, a equipe médica identificou os ferimentos e acionou as autoridades policiais diante da suspeita de que as lesões poderiam ter sido provocadas por agressões.

Após a comunicação feita pelos profissionais de saúde, a polícia iniciou as diligências para localizar a responsável pela criança. A madrasta foi encontrada no bairro Dirceu e presa.

Defesa nega agressões

A defesa de Fabian Thamyllys Ferreira de Sousa nega que ela tenha cometido maus-tratos contra a criança. Durante o depoimento, a mulher optou por permanecer em silêncio e informou que pretende prestar esclarecimentos somente em juízo.

As circunstâncias em que a menina sofreu os ferimentos ainda serão investigadas pelas autoridades. A apuração deverá esclarecer a origem das lesões e as responsabilidades pelo caso.

Identidade da criança é preservada

A identidade da menina não será divulgada. A medida segue o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelece a preservação da identidade de crianças e adolescentes envolvidos em situações de violência ou que possam causar exposição indevida.

O caso segue sob investigação, e a suspeita permanece à disposição da Justiça.

Entramos em contato com o Hospital São Marcos e aguardamos um posicionamento da unidade sobre o caso.

Fonte: PC-PI