Polícia

PRISÕES NO RIO

Justiça decreta prisão de suspeitos na morte do advogado Rodrigo Crespo

Quatro acusados têm prisão preventiva decretada pelo crime ocorrido no centro do Rio em 2024

Teresinha Ferreira

25 de agosto de 2026 às 07:32 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Quatro suspeitos tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio de Janeiro pelo assassinato do advogado Rodrigo Crespo.
  • A investigação foi conduzida pelo Gaeco do Ministério Público do RJ.
  • Renato Franco Lopes, policial militar conhecido como Pitbull, foi preso, junto com Adilson Oliveira Coutinho Filho (Adilsinho) e Ryan Patrick Barboza de Oliveira (Motinha).
  • Rafael Ferreira Silva, chamado Cachoeira, está foragido.
  • Adilsinho teria planejado o crime por interesses em apostas online.
  • Crespo buscava investidores para um sports bar com máquinas de apostas.
  • Ryan monitorou Crespo, enquanto Renato e Rafael deram suporte logístico.
  • Evidências mostram que Renato e Rafael estavam próximos ao local do crime.
  • A denúncia de homicídio qualificado foi recebida pela 3ª Vara Criminal.
  • Adilsinho foi transferido para um presídio federal de segurança máxima.
  • Renato teve suas funções e porte de arma suspensos.

Agência Brasil Morte do advogado Rodrigo Crespo
Morte do advogado Rodrigo Crespo

A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de quatro suspeitos envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo, ocorrida em 26 de fevereiro de 2024, no centro do Rio de Janeiro. A ação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Renato Franco Lopes, policial militar conhecido como Pitbull, e lotado no 15º Batalhão de Polícia Militar em Duque de Caxias, foi preso na última segunda-feira (24). Outros dois acusados, Adilson Oliveira Coutinho Filho, chamado de Adilsinho, e Ryan Patrick Barboza de Oliveira, o Motinha, já estavam detidos desde o dia 20 deste mês. Rafael Ferreira Silva, conhecido como Cachoeira, é considerado foragido.

De acordo com a denúncia, Adilsinho teria planejado o assassinato de Crespo devido a seu interesse no mercado de apostas online, as bets, que poderia ameaçar seus interesses. Crespo buscava investidores para projetos nesse segmento e pretendia abrir um sports bar com máquinas semelhantes a caça-níqueis.

Segundo as investigações, Ryan monitorou a vítima, identificando os melhores momentos para o crime, enquanto Renato e Rafael forneciam apoio logístico e supervisionavam Crespo até o assassinato ocorrer. Evidências técnicas indicam que os dois estavam nas proximidades do local e utilizaram um sítio como esconderijo.

O Juízo da 3ª Vara Criminal recebeu a denúncia de homicídio qualificado e determinou que Adilsinho permaneça em um presídio federal de segurança máxima por três anos. Renato teve suas funções públicas e porte de arma suspensos.

Adilsinho foi preso em fevereiro de 2026 em Cabo Frio e posteriormente transferido para o presídio de segurança máxima da Papuda, em Brasília.

Fonte: Agência Brasil