Polícia

RISCO À SAÚDE

Dona de clínica de estética é levada à delegacia por venda ilegal de canetas emagrecedoras

Na ocasião, a polícia apreendeu seringas com doses de tirzepatida, medicamento usado para controle da diabetes e obesidade

Da Redação

04 de agosto de 2026 às 10:28 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A proprietária de uma clínica de estética em Teresina foi levada pela SSP-PI após apreensão de canetas emagrecedoras e insumos em sua residência.
  • Itens encontrados incluem caixas de isopor, seringas, ampolas e substâncias possivelmente para venda irregular.
  • Produtos serão analisados para identificação de composição e procedência.
  • A clínica supostamente comercializava produtos sem autorização sanitária.
  • Caso investigado como possível crime contra a saúde pública, sob o artigo 273 do Código Penal.
  • A ação contou com diversas forças de segurança, incluindo SOI, FEISP, DINT e DRACO.
  • Investigações continuam para descobrir a origem dos produtos e possíveis envolvidos adicionais.

Polícia Civil Dona de clínica de estética é investigada por suspeita de venda ilegal de tirzepatida em Teresina
Dona de clínica de estética é investigada por suspeita de venda ilegal de tirzepatida em Teresina

A proprietária de uma clínica de estética foi conduzida à sede da Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) nesta terça-feira (4) após a Polícia Civil e a Polícia Militar apreenderem canetas emagrecedoras e outros insumos na residência dela, localizada no condomínio Arboreto Residencial, na zona Leste de Teresina. A empresária não teve o nome revelado.

De acordo com a SSP-PI, no local foram encontradas caixas de isopor, seringas, ampolas e substâncias que seriam destinadas à comercialização irregular de medicamentos para emagrecimento. Os produtos serão submetidos a análise para identificar a composição e a procedência.

Segundo as investigações, a mulher seria responsável por uma clínica de estética e estaria comercializando as substâncias para terceiros sem autorização dos órgãos sanitários.

A ocorrência será investigada como possível crime contra a saúde pública, previsto no artigo 273 do Código Penal, que estabelece punições para a comercialização, distribuição ou armazenamento de medicamentos em desacordo com as exigências legais.

A ação foi realizada pela Superintendência Integrada de Segurança Pública (SOI), Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), Diretoria de Inteligência (DINT) e Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO).

As investigações seguem para esclarecer a origem dos produtos e verificar se há outros envolvidos.