Mundo

CÚPULA DO MERCOSUL

Lula participa de cúpula do Mercosul no Paraguai

Evento de líderes cúpula do Mercosul discutem integração regional e novas parcerias comerciais

Teresinha Ferreira

30 de junho de 2026 às 08:33 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O presidente Lula participa da 68ª Cúpula do Mercosul em Assunção, Paraguai.
  • O encontro foca em integração regional, comércio e desenvolvimento social.
  • Mercosul cobre 73% do território e 65% da população da América do Sul.
  • As exportações brasileiras para o bloco totalizaram quase US$ 26 bilhões em 2025.
  • Está prevista a assinatura de um acordo para reconhecer a nova Carteira de Identidade Nacional no Mercosul.
  • Há um protocolo para reconhecimento mútuo de identificação eletrônica.
  • Membros do Mercosul: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela (suspensa).
  • Países associados: Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Panamá, Peru e Suriname.
  • Brasil propõe pacto regional contra feminicídio e violência contra mulheres.
  • Destaca-se o aumento da contribuição ao Focem para projetos de infraestrutura e sociais.

Lula participa de cúpula do Mercosul no Paraguai

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marca presença nesta terça-feira (30) na 68ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, realizada em Assunção, Paraguai. O encontro reúne líderes para debater a integração regional, comércio e desenvolvimento social no bloco.

De acordo com o Palácio do Planalto, o Mercosul cobre 73% do território sul-americano, englobando cerca de 65% da população e representando aproximadamente 70% do PIB da região. Em 2025, as exportações brasileiras para o bloco chegaram a quase US$ 26 bilhões, 7,5% do total nacional.

Durante o evento, está prevista a assinatura de um acordo que reconhece a nova Carteira de Identidade Nacional como documento válido nos países do Mercosul, além de um protocolo para reconhecimento mútuo de identificação eletrônica, incluindo integração com o sistema Gov.br.

Os membros do Mercosul incluem Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela (suspensa). Os países associados são Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Panamá, Peru e Suriname.

No âmbito da segurança, o Brasil propõe um pacto regional contra o feminicídio e violência contra mulheres. Esta iniciativa está alinhada à Estratégia Mercosul contra o Crime Organizado Transnacional.

Outro ponto de destaque é o aumento da contribuição brasileira ao Focem (Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul), que visa reduzir desigualdades no bloco por meio de projetos de infraestrutura e sociais.

Fonte: Agência Brasil



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