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DESERTIFICAÇÃO

Brasileira destaca papel de jovens na COP17 para enfrentar desertificação

Advogada Beatriz Azevedo avalia desafios da juventude em decisões ambientais

Teresinha Ferreira

18 de agosto de 2026 às 08:30 ▪ Atualizado há 10 horas

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  • Beatriz Azevedo, advogada cearense, é uma das dez jovens reconhecidas como Land Heroes em 2024 pela UNCCD.
  • Ela defende maior influência dos jovens nas decisões da COP17.
  • A conferência acontece em Ulaanbaatar, Mongólia, com foco em "Restaurando a Terra. Restaurando a Esperança".
  • Beatriz preside a Comissão de Direito Ambiental da OAB e fundou a ABA Climate Solutions.
  • Destaca a necessidade de estruturar o engajamento jovem em decisões climáticas.
  • A COP17 aborda temas como a restauração de terras e segurança alimentar.
  • Beatriz vê a conferência como chance de discutir o impacto da desertificação no Nordeste brasileiro.
  • Valoriza o espaço de diálogo aberto pelo Brasil e organizações internacionais.
  • Enfatiza o apoio necessário para jovens ativistas lidarem com os desafios climáticos e a saúde mental.
  • Encaminha uma mensagem para que jovens se mantenham engajados na causa ambiental.

Agência Brasil Advogada cearense Beatriz Azevedo
Advogada cearense Beatriz Azevedo

A advogada cearense Beatriz Azevedo, uma das dez jovens reconhecidas em 2024 como Land Heroes pela Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), defende maior influência dos jovens nas decisões da COP17. A conferência começou no dia 17 de agosto em Ulaanbaatar, Mongólia, com o tema “Restaurando a Terra. Restaurando a Esperança”.

Beatriz, presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB e fundadora da ABA Climate Solutions, ressalta a importância de garantir estrutura para a juventude se engajar efetivamente nas decisões climáticas. Ela destaca que, embora tenham avançado em representatividade, desafios como financiamento e oportunidades profissionais ainda limitam a atuação jovem.

Com a participação de representantes de 197 países, o evento discute restauração de terras, segurança alimentar e financiamento sustentável. Segundo Beatriz, a atenção da COP17 à desertificação oferece oportunidade para destacar o impacto sobre o Nordeste, colocando a Caatinga e o Semiárido nas discussões globais.

Almejando fortalecer o papel do jovem como agente de transformação, Beatriz valoriza o espaço de diálogo aberto pelo governo brasileiro e órgãos internacionais. Durante a entrevista à Agência Brasil, ela destacou iniciativas locais que conectam a realidade nordestina ao cenário global, promovendo soluções regionais.

Beatriz também traça um panorama sobre a pressão enfrentada por muitos jovens ativistas que, segundo ela, precisam de suporte para lidar com a crise climática sem comprometer a saúde mental. Ela finaliza com uma mensagem encorajadora para que a juventude se mantenha engajada na causa ambiental, um campo que alia propósitos pessoais a impactos positivos.

Fonte: Agência Brasil