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POLÍTICA ESPORTIVA

Senado prioriza futebol feminino na nova política esportiva

Projeto de lei visa profissionalização e equidade no futebol feminino no Brasil.

Teresinha Ferreira

02 de setembro de 2026 às 23:18

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  • O Senado aprovou um projeto de lei que prioriza o futebol feminino na política esportiva do Brasil.
  • O PL 4.578/2025, de iniciativa do Poder Executivo, segue para sanção presidencial.
  • O objetivo é promover a profissionalização e garantir equidade nas oportunidades para mulheres no esporte.
  • Exige um plano de legado social, esportivo e financeiro para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil.
  • A senadora Teresa Leitão destacou a importância de elevar o futebol feminino nas políticas esportivas.
  • O Ministério do Esporte deve criar condições para igualdade salarial e gestão esportiva inclusiva.
  • O projeto limita a inscrição de atletas não profissionais, visando à profissionalização total.
  • Protocolos serão implementados para combater discriminação e violência no esporte.

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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), um projeto de lei que estabelece prioridade para o futebol feminino na política pública esportiva do Brasil. O PL 4.578/2025, de iniciativa do Poder Executivo, avança sem alterações e segue para sanção presidencial.

A proposta visa promover a profissionalização e garantir equidade nas oportunidades, além de exigir um plano de legado social, esportivo e financeiro para a Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027, que acontecerá no Brasil. A senadora Teresa Leitão (PT-PE), relatora do projeto, destacou o esforço das mulheres que mantiveram a modalidade ativa apesar das dificuldades.

— O projeto merece acolhimento. Sua base é elevar o futebol feminino ao topo das prioridades da política esportiva nacional, reconhecendo a amplitude da modalidade e propondo estratégias para seu desenvolvimento contínuo — pontuou a relatora.

O Ministério do Esporte é incumbido de criar condições favoráveis ao futebol feminino, fomentar a igualdade salarial e promover a inclusão de mulheres na gestão esportiva e na arbitragem. O texto também limita a inscrição de atletas não profissionais em competições, com um plano para alcançar a total profissionalização.

Além disso, o projeto prevê a implementação de protocolos para combater a discriminação e a violência no ambiente esportivo, abrangendo atletas, árbitras, treinadoras e torcedoras.

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Fonte: Senado Notícias