Economia

ECONOMIA

IBC-Br recua 0,2% em julho e avança 1,1% em um ano

Indicador de atividade econômica cai pelo segundo mês consecutivo

Teresinha Ferreira

16 de setembro de 2026 às 10:39 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O IBC-Br caiu 0,2% em julho de 2026 em relação a junho.
  • Este é o segundo mês consecutivo de queda, após uma redução de 0,6% em junho.
  • Na comparação anual, o índice cresceu 1,1% em relação a julho de 2025.
  • A agropecuária liderou o recuo mensal com uma queda de 1,2%.
  • A indústria caiu 0,4% e o setor de serviços ficou estável; impostos sobre produtos caíram 0,2%.
  • Excluindo a agropecuária, a queda mensal foi de 0,1%.
  • Anualmente, a agropecuária cresceu 3,7%, serviços 1,3%, indústria 0,5% e impostos 0,7%.
  • No acumulado dos sete primeiros meses de 2026, o crescimento foi de 1,5%.
  • O IBC-Br é uma referência importante, mas não substitui o PIB calculado pelo IBGE.

Agência Brasil Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)
Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou um recuo de 0,2% em julho de 2026, comparado a junho, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central do Brasil. Este é o segundo mês seguido de queda, após um recuo de 0,6% registrado em junho.

Apesar da queda mensal, na comparação anual, o indicador mostrou crescimento de 1,1% em relação a julho de 2025. A agropecuária foi o setor que mais contribuiu para o desempenho negativo mensal, com uma retração de 1,2%.

Os demais setores apresentaram os seguintes resultados: a indústria recuou 0,4%, o setor de serviços permaneceu estável e os impostos sobre produtos caíram 0,2%. Excluindo a agropecuária, o IBC-Br registrou uma queda de 0,1%.

Em uma comparação anual, a agropecuária cresceu 3,7%, enquanto os serviços avançaram 1,3%, a indústria aumentou 0,5% e os impostos subiram 0,7%. O índice excluindo a agropecuária registrou um aumento de 1%.

No acumulado dos sete primeiros meses de 2026, o IBC-Br mostrou um crescimento de 1,5%, repetindo o mesmo desempenho observado nos últimos 12 meses. O IBC-Br é uma referência importante para analistas e investidores, embora não substitua o Produto Interno Bruto (PIB) calculado pelo IBGE.

Fonte: Agência Brasil