Economia

MINHA CASA MINHA VIDA

Conselho do FGTS aumenta subsídios do Minha Casa, Minha Vida

Valor passa de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões em 2026; discussão sobre 2027-2029 ocorre em outubro.

Teresinha Ferreira

10 de setembro de 2026 às 15:36 ▪ Atualizado há 54 minutos

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  • O Conselho Curador do FGTS aprovou um aumento de R$ 500 milhões nos subsídios do programa Minha Casa, Minha Vida para 2026.
  • O total de subsídios agora é de R$ 13 bilhões, válido apenas para esse ano.
  • Recursos são destinados a descontos nos imóveis das faixas 1 e 2, para famílias com renda de até R$ 5 mil mensais.
  • Esse valor não precisa ser devolvido ao fundo e ajuda na aquisição de imóveis.
  • Johnny Ferreira dos Santos, do Ministério das Cidades, diz que essa dotação assegura o planejamento e flexibilidade necessário para o uso dos recursos.
  • Os orçamentos restantes do fundo não foram alterados:
  • - R$ 144,5 bilhões para habitação
  • - R$ 8 bilhões para saneamento
  • - R$ 8 bilhões para infraestrutura
  • - R$ 8,5 bilhões para saúde.
  • Discussão sobre o plano de 2027 a 2029 ocorrerá no final de outubro.

Agência Brasil Minha Casa, Minha Vida
Minha Casa, Minha Vida

O Conselho Curador do FGTS aprovou um aumento de R$ 500 milhões nos subsídios para o programa Minha Casa, Minha Vida em 2026, elevando o total de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões. A mudança é válida apenas para este ano. A discussão sobre o plano plurianual de 2027 a 2029 está prevista para a próxima reunião do conselho, no final de outubro.

Os recursos visam oferecer descontos nos imóveis das faixas 1 e 2 do programa, beneficiando famílias com renda mensal de até R$ 5 mil. Este valor, que não precisa ser devolvido ao fundo, ajuda os beneficiários na aquisição de imóveis.

O coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, Johnny Ferreira dos Santos, destacou que a nova dotação garante a execução dos R$ 12,6 bilhões previstos para subsídios, além de proporcionar uma margem de segurança.

Ele afirmou: "Do ponto de vista operacional, na execução do final do exercício, é crucial manter uma folga mínima para que não falte recurso e haja flexibilidade para remanejamentos se necessário."

Os demais orçamentos do fundo permanecem inalterados: R$ 144,5 bilhões para habitação, R$ 8 bilhões para saneamento, R$ 8 bilhões para infraestrutura e R$ 8,5 bilhões para saúde.

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Fonte: Agência Brasil