Arte e Cultura

MEIO AMBIENTE

Rock in Rio 2026 investe em projetos socioambientais

Festival reforça parcerias e visa alcançar 2 milhões de pratos de comida

Da Redação

05 de setembro de 2026 às 12:03 ▪ Atualizado há 53 minutos

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  • Rock in Rio 2026 começa na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
  • Compromisso com causas socioambientais por meio de investimentos ampliados.
  • Destaques musicais incluem Elton John e Ivete Sangalo.
  • Parceria com a Ação da Cidadania para arrecadar 2 milhões de pratos de comida.
  • Investimento de R$ 118 milhões em ações sociais e ambientais desde 2001.
  • Prioridade no combate à fome e transformações em favelas com Gerando Falcões.
  • Iniciativas ambientais focadas na conscientização e preservação com Amazônia Live.
  • Acessibilidade com espaços inclusivos e salas de sensibilização sensorial.
  • Espaço Plural para combater a violência de gênero.
  • Roberta Medina destaca o objetivo de ampliar impacto social e econômico, minimizando impacto ambiental.

Agência Brasil Estrutura dos palcos do Rock Rio remetem à preservação ambiental
Estrutura dos palcos do Rock Rio remetem à preservação ambiental

O Rock in Rio 2026, que iniciou nesta sexta-feira (4) na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, mantém seu compromisso com causas socioambientais, ampliando investimentos e parcerias de longa data.

Além dos shows de artistas como Elton John e Ivete Sangalo, o festival reforça a união com o projeto Ação da Cidadania, visando arrecadar 2 milhões de pratos de comida. No local, o público pode visitar um espaço dedicado para entender e contribuir com a iniciativa.

Segundo a organização do evento, já foram investidos R$ 118 milhões em atuações sociais e ambientais, beneficiando diretamente mais de 1 milhão de pessoas. Essas ações são parte de um esforço contínuo desde a criação do projeto Por Um Mundo Melhor em 2001.

No curto prazo, o combate à fome ganha destaque, enquanto parcerias como a com a Gerando Falcões buscam transformações em favelas através do projeto Favela 3D. Já iniciativas ambientais, como a Amazônia Live, têm foco no longo prazo para a conscientização e preservação do meio ambiente.

A acessibilidade também é uma prioridade, com espaços inclusivos para pessoas com deficiência e salas de sensibilização sensorial. Além disso, o festival cria o Espaço Plural, voltado ao combate à violência de gênero.

Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, destaca que o objetivo é ampliar o impacto social e econômico, ao mesmo tempo em que se minimiza o impacto ambiental do evento.

Fonte: Agência Brasil