LIBERAÇÃO

SITRICOM repudia decreto presidencial que define construção como serviço essencial

Em pleno avanço do novocoronavirus, observa-se no decreto, que a preocupação do governo não é com a população mais pobre.


Construção Civil

Construção Civil Foto: Divulgação

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (SITRICOM) repudia o decreto nº 10. 342, publicado dia 7 de maio de 2020, pelo presidente Bolsonaro, que define a construção civil como atividade essencial. O decreto, além de atender apenas aos interesses econômicos dos empresários do setor, vai contra todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A diretoria do SITRICOM entende que a publicação do decreto é uma forma de jogar todas as responsabilidades para os gestores, que certamente serão cobrados e julgados pela opinião pública. Em pleno avanço do novocoronavirus, observa-se no decreto, que a preocupação do governo não é com a população mais pobre.
Caso as construtoras retomem as atividades e coloquem os operários para trabalhar, em pleno avanço do novo coronavírus no Estado, o SITRICOM prevê uma enxurrada de casos de contaminação, por conta da aglomeração de trabalhadores.
O SITRICOM publicou nota oficial, onde repudia o decreto presidencial, que tem o objetivo apenas agradar os empresários do setor, reafirma o compromisso de continuar lutando pela saúde dos trabalhadores e trabalhadoras e apóia as medidas  governamentais de manter o bom senso na defesa da saúde e da vida, fixando as regras necessárias para o enfrentamento da doença.
A nota solicita do governador Wellington Dias e do prefeito Firmino Filho que continuem firmes no propósito de combater e minimizar os efeitos da pandemia no Estado, priorizando a vida do ser humano.

Veja a nota

NOTA A IMPRENSA 08.05.2020.pdf

Fonte: Vilamar Pinheiro

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