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PETRÓLEO

Petrobras detecta petróleo na margem equatorial da Foz do Amazonas

Descoberta ocorre no poço Morpho, em águas profundas do Amapá, reforçando reservas.

Teresinha Ferreira

15 de agosto de 2026 às 00:28 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Petrobras anunciou a descoberta de hidrocarbonetos no bloco FZA-M-59, poço Morpho, a 175 km da costa do Amapá.
  • A descoberta foi feita em águas profundas na Foz do Amazonas, destacando a região como importante para a recomposição das reservas.
  • Identificação dos hidrocarbonetos foi feita por perfis elétricos em uma lâmina d'água de 2.886 metros.
  • Perfurações continuam para garantir análise segura e sustentável das reservas.
  • A presidente da Petrobras ressaltou o compromisso com a segurança energética do país.
  • A Petrobras possui 100% de participação na área desde a 11ª Rodada de Licitações da ANP em 2013.
  • A descoberta faz parte da exploração de novas áreas para atender à demanda nacional durante a transição energética.

Agência Brasil Petrobras
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A Petrobras anunciou a descoberta de hidrocarbonetos no bloco FZA-M-59, localizado no poço Morpho, a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, na Foz do Amazonas. A informação foi divulgada na sexta-feira (14), destacando a presença de petróleo em águas profundas da região.

Os hidrocarbonetos são essenciais para a produção de combustíveis e materiais como plásticos e borrachas. Essa descoberta reforça a importância da margem equatorial brasileira para a estratégia de recomposição das reservas da Petrobras.

Segundo a empresa, os hidrocarbonetos foram identificados por perfis elétricos e indicativos em rochas, em uma lâmina d'água de 2.886 metros. As perfurações continuam, focando na análise segura e sustentável das reservas.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou o otimismo da empresa com a localização e seu compromisso com a segurança energética do país.

A Petrobras detém 100% de participação na área, adquirida na 11ª Rodada de Licitações da ANP em 2013, e segue explorando áreas de fronteira para atender à demanda nacional durante a transição energética.

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Fonte: Agência Brasil