Economia

INCENTIVOS FISCAIS

Governo prorroga incentivos fiscais para apoio a PCDs e combate ao câncer

Empresas podem deduzir doações do Imposto de Renda até 2031.

Teresinha Ferreira

23 de setembro de 2026 às 13:18

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  • O governo estendeu até 2031 a dedução do Imposto de Renda para doações/patrocínios a ações em prol de pessoas com deficiência e combate ao câncer.
  • A medida, válida inicialmente até 2026, foi prorrogada por lei sancionada em 22 de setembro de 2026.
  • A Lei 15.513 permite deduções para o Pronon e Pronas/PCD, com projetos aprovados pelo Ministério da Saúde.
  • Deduções para pessoas físicas foram encerradas em 2025.
  • A lei surgiu do PL 6.231/2019, relatado pela senadora Mara Gabrilli e proposto pela Câmara dos Deputados.
  • Os programas Pronon e Pronas/PCD, desde 2012, apoiam projetos em saúde, com R$ 1,2 bilhão investido até 2021.
  • A prorrogação acompanha a Lei Complementar 237, que define exceções fiscais para essas ações.

Senado Notícias incentivos fiscais a PCDs
incentivos fiscais a PCDs

O governo prorrogou até 2031 a possibilidade de empresas deduzirem doações e patrocínios do Imposto de Renda quando destinados a ações de apoio a pessoas com deficiência e combate ao câncer. A medida, que beneficiaria pessoas jurídicas até 2026, foi estendida por meio de lei sancionada em 22 de setembro de 2026 e publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte.

De acordo com a Lei 15.513, as deduções são aplicáveis a recursos direcionados ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e ao Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD). Esses projetos precisam de aprovação prévia do Ministério da Saúde. Já a dedução para pessoas físicas foi encerrada em 2025.

A norma tem origem no PL 6.231/2019, aprovado no Senado sob a relatoria da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), e proposto originalmente pela Câmara dos Deputados.

Os programas Pronon e Pronas/PCD, lançados em 2012, permitem que empresas destinem recursos a projetos de combate ao câncer e atenção a pessoas com deficiência. As iniciativas desenvolvidas por organizações sem fins lucrativos abrangem treinamento, pesquisa e serviços médicos e assistenciais. Entre 2013 e 2021, os programas possibilitaram 893 projetos, somando R$ 1,2 bilhão em investimento, conforme Mara Gabrilli.

A prorrogação dos incentivos fiscais foi sancionada juntamente com a Lei Complementar 237, que define exceções fiscais para ações em benefício de pessoas com deficiência e combate ao câncer.

Fonte: Senado Notícias