Quinze venezuelanos que estão em abrigos de Teresina iniciaram tratamento contra a tuberculose, segundo informou a Fundação Municipal de Saúde (FMS). De acordo com a nota oficial, não há registro de doença ativa nos abrigos e os pacientes foram diagnosticados com Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), o que significa que possuem o bacilo no organismo, mas não estão doentes nem transmitem a enfermidade para outras pessoas.
“Não há nenhum caso de doença ativa nos abrigos. As 15 pessoas em tratamento recebem medicação para Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), medida preventiva para evitar o desenvolvimento da doença’, diz trecho da nota.
A maioria dos assistidos pertence à etnia indígena Warao, que buscou refúgio na capital piauiense devido à crise humanitária na Venezuela.
Atualmente, a Prefeitura e o Estado acompanham cerca de 300 venezuelanos distribuídos em cinco abrigos. O local com maior incidência de infecção lestá situado nas proximidades da avenida Miguel Rosa, onde as equipes de saúde intensificaram o monitoramento.
Veja nota da FMS:
A Fundação Municipal de Saúde (FMS) esclarece que não procede a informação de que 15 abrigados venezuelanos estariam com tuberculose ativa. Não há nenhum caso de doença ativa nos abrigos. As 15 pessoas em tratamento recebem medicação para Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), medida preventiva para evitar o desenvolvimento da doença.
Esse atendimento foi resultado de um grande trabalho desenvolvido pela FMS em parceria com a Semcaspi, que organizou e garantiu o transporte próprio da instituição para levar todos os abrigados até uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde realizaram os exames necessários, incluindo o IGRA, assegurando diagnóstico preciso e acompanhamento adequado.
Informamos que todos os abrigos estão sob acompanhamento das equipes de Saúde da Família das UBS de cada território, assegurando assistência contínua e integral.