Saúde

MAIO ROXO

Diarreia e dor abdominal são alerta de doenças intestinais

Campanha Maio Roxo destaca diagnóstico precoce de doenças inflamatórias intestinais, como Crohn e retocolite ulcerativa

Da Redação

17 de maio de 2026 às 17:18 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Diarreia persistente e dor abdominal podem indicar doenças inflamatórias intestinais (DIIs).
  • A campanha Maio Roxo visa conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce.
  • Aproximadamente 0,1% da população brasileira é afetada por DIIs.
  • Doenças como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa têm maior incidência em pessoas de 20 a 30 anos e em idosos de 60 a 70 anos.
  • Sintomas como diarreia por mais de quatro semanas, dor abdominal e perda de peso precisam de investigação médica.
  • Diagnósticos são confirmados por exames como colonoscopia e tomografia.
  • Acesso a especialistas e exames pode ser demorado, atrasando o tratamento.
  • O SUS proporciona medicamentos para DIIs; casos graves podem requerer colostomia.
  • Estresse, dieta com ultraprocessados e tabagismo são fatores de risco.
  • Na ausência de especialistas, recomenda-se procurar um médico de atenção primária.

Diarreia e dor abdominal são alerta de doenças intestinais

Diarreia persistente e dor abdominal são sintomas que podem indicar doenças inflamatórias intestinais (DIIs). A campanha Maio Roxo, promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia, busca conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce. No Brasil, aproximadamente 0,1% da população é afetada por essas doenças.

Problemas como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa podem aparecer sem causas claras e têm maior incidência em pessoas entre 20 e 30 anos, além dos idosos de 60 a 70 anos.

Segundo a médica Mariane Savio, é essencial identificar os sintomas com a ajuda de um especialista. "Procurar um especialista é crucial. Diarreia persistente por mais de quatro semanas, dor abdominal e perda de peso devem ser investigados", afirma.

Para confirmar o diagnóstico, exames como colonoscopia e tomografia são recomendados. Mariane alerta que o acesso ao especialista é muitas vezes a maior barreira: "Em muitos locais, a espera por exames como a colonoscopia pode ultrapassar um ano, o que pode atrasar o tratamento eficaz".

No tratamento de DIIs, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece medicamentos específicos, e em casos graves, pode ser necessário o uso de uma bolsa de colostomia. Fatores de risco como estresse, dieta rica em ultraprocessados e tabagismo são percebidos como agravantes.

Na falta de um especialista, é recomendado procurar um médico de atenção primária para iniciar o tratamento rapidamente.


Fonte: Agência Brasil



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