Saúde

VISÃO

Conselho de oftalmologia recomenda rotina ideal para saúde da visão

Documento é apresentado em congresso em Salvador e orienta consultas oftalmológicas periódicas.

Teresinha Ferreira

10 de setembro de 2026 às 17:17 ▪ Atualizado há 47 minutos

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  • O CBO divulgou recomendações sobre a frequência de consultas oftalmológicas no 70º Congresso em Salvador.
  • Consultas regulares são essenciais para diagnóstico precoce e tratamento de doenças oculares.
  • A frequência deve ser ajustada conforme idade e condições de saúde, como diabetes.
  • Revisões são fundamentais para detectar doenças silenciosas que causam perda visual irreversível.
  • Recomendações variam por faixa etária e condição:
  • - Recém-nascidos: teste do reflexo vermelho nas primeiras 72 horas.
  • - Infância à adolescência: consultas frequentes para monitorar o desenvolvimento visual.
  • - Adultos jovens (até 39 anos): avaliações periódicas, mesmo sem sintomas.
  • - Após 40 anos: consultas anuais devido ao risco de glaucoma e presbiopia.
  • - Idosos: consultas, no mínimo, anuais, focando em catarata e degeneração macular.
  • Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, ou histórico familiar de glaucoma requerem acompanhamento intensificado.
  • Consultas e exames devem ser realizados por profissionais qualificados em locais que atendam às normas da Anvisa.
  • O acompanhamento deve iniciar na maternidade para prevenir condições como ambliopia em crianças.

Agência Brasil Saúde da visão
Saúde da visão

Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) lançou nesta quinta-feira (10) um documento que recomenda a periodicidade ideal de consultas oftalmológicas para cuidados com a visão. A divulgação ocorreu durante o 70º Congresso da especialidade em Salvador, que vai até sábado (12).

Segundo o CBO, passar regularmente por consultas com oftalmologistas é essencial para um diagnóstico precoce e tratamento de doenças oculares. A periodicidade deve ser ajustada conforme a idade e condições de saúde específicas, como o diabetes.

A entidade explica que consultas frequentes são fundamentais para detecção de doenças silenciosas que podem causar perda visual irreversível. As recomendações de intervalo se aplicam a pessoas sem diagnósticos de doenças oculares ou fatores de risco.

Para recém-nascidos, o documento sugere o teste do reflexo vermelho nas primeiras 72 horas de vida. A partir da infância até a adolescência, consultas devem ser esporádicas, mas frequentes, observando o desenvolvimento visual da criança.

Adultos jovens até 39 anos devem passar por avaliações periódicas, mesmo sem sintomas. Após os 40 anos, o CBO recomenda consultas anuais devido ao aumento de condições como glaucoma e presbiopia. Para idosos, o acompanhamento deve ser, no mínimo, anual, com foco em catarata e degeneração macular.

O documento também ressalta a importância do acompanhamento intensificado para pessoas com doenças crônicas como diabetes, histórico familiar de glaucoma ou outras enfermidades oculares. Nesses casos, os intervalos entre consultas devem ser ajustados pelo médico.

Além de profissional qualificado, o CBO alerta para a necessidade de que consultas e exames sejam realizados em ambientes que atendam às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O acompanhamento oftalmológico deve começar na maternidade, prevenindo condições como ambliopia, que afetam a visão infantil.

Fonte: Agência Brasil