Saúde

MEDICINA

Anvisa amplia uso de medicamento para câncer de mama agressivo

Trodelvy terá novas indicações no tratamento de primeira linha do CMTN

Teresinha Ferreira

10 de setembro de 2026 às 11:20 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Anvisa aprovou duas novas indicações para o medicamento Trodelvy no tratamento do câncer de mama triplo-negativo.
  • As aprovações incluem uso com pembrolizumabe para tumores que expressem PD-L1 e como monoterapia para pacientes sem candidatos a inibidores de PD-1 ou PD-L1.
  • O câncer de mama triplo-negativo é agressivo e tem pior prognóstico.
  • Trodelvy é um conjugado anticorpo-fármaco que libera quimioterapia diretamente nas células cancerígenas.
  • A Anvisa destaca a urgência de tratamentos eficazes para melhorar prognósticos.

Agência Brasil Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou duas novas indicações para o medicamento sacituzumabe govitecana, conhecido como Trodelvy, no combate ao câncer de mama triplo-negativo (CMTN). Estas mudanças ampliam as opções de tratamento para esta forma agressiva da doença.

As novas aprovações incluem o uso em combinação com pembrolizumabe para pacientes com CMTN irressecável, localmente avançado ou metastático, com tumores que expressem PD-L1. A outra indicação aprovada é o uso como monoterapia para pacientes que não sejam candidatos a inibidores de PD-1 ou PD-L1.

O câncer de mama triplo-negativo é um subtipo agressivo e de pior prognóstico, segundo a Anvisa, frequentemente associado a rápida progressão e alta mortalidade. Estas novas opções terapêuticas visam proporcionar tratamentos eficazes nas fases iniciais da doença.

O medicamento, um conjugado anticorpo-fármaco, atua ligando-se à proteína Trop-2 nas células cancerígenas para liberar quimioterapia diretamente nelas, aumentando a eficácia do tratamento.

Conforme publicado no Diário Oficial da União, a Anvisa reforça a necessidade urgente de tratamentos eficazes para melhorar os prognósticos dos pacientes.

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Fonte: Agência Brasil