Política

URNAS ELETRÔNICAS

TSE busca apoio de embaixadores para urna eletrônica

Evento visa mostrar segurança e transparência do sistema de votação brasileiro.

Teresinha Ferreira

17 de agosto de 2026 às 10:55 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O TSE realiza um encontro com embaixadores para explicar a segurança das urnas eletrônicas.
  • Evento liderado pelo ministro Kassio Nunes Marques, que destaca a urna como "patrimônio do povo brasileiro".
  • Chefes de embaixadas em Brasília foram convidados para a reunião.
  • Objetivo é ambientar diplomatas nas tecnologias e segurança do processo de votação.
  • Planos contra deepfakes e desinformação serão discutidos para garantir a integridade das eleições.
  • Reuniões similares já ocorreram com representantes de entidades internacionais.
  • TSE abordará o papel das Missões de Observação Internacional nas eleições de outubro.
  • Em 2026, cinco entidades internacionais, incluindo a OEA e a União Europeia, acompanharão o processo eleitoral.

Agência Brasil Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promove nesta segunda-feira (17) um encontro com mais de 100 embaixadores para explicar o funcionamento e a segurança das urnas eletrônicas no Brasil. O evento é parte de uma estratégia do TSE para demonstrar a transparência e confiabilidade do sistema eleitoral.

A sessão será liderada pelo ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, que detalhará os procedimentos da votação eletrônica. Nunes Marques considera a urna eletrônica um “patrimônio do povo brasileiro”.

Todos os chefes de embaixadas em Brasília foram convidados para a reunião, marcada para as 14h. O TSE afirmou que visa ambientar os diplomatas nas tecnologias e na arquitetura de segurança do processo de votação.

Durante o evento, Nunes Marques também discorrerá sobre planos para lidar com deepfakes e campanhas de desinformação durante as eleições, segundo a Justiça Eleitoral. Isso é crucial para garantir a integridade das eleições.

Desde junho, reuniões similares têm sido realizadas, incluindo diálogos com representantes da ONU, União Europeia, Estados Unidos e Cuba, entre outros. Tais encontros ajudam a sustentar a imagem positiva do sistema eleitoral brasileiro no exterior.

Além disso, o TSE abordará a atuação das missões de Observação Internacional, que acompanharão as eleições de outubro no Brasil para produzir relatórios independentes sobre o processo. Em 2026, já estão confirmadas cinco entidades internacionais para esse acompanhamento, incluindo a OEA e a União Europeia.

Fonte: Agência Brasil