Em um anúncio que marca uma grave escalada nas tensões entre Estados Unidos e Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (28) que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante uma operação militar conjunta com Israel. A declaração foi feita em uma postagem na plataforma Truth Social, onde Trump descreveu Khamenei como “uma das pessoas mais malignas da História” e confirmou sua morte como resultado das ofensivas coordenadas.
Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue.
O que Trump disse
Segundo a publicação de Trump, a morte de Khamenei teria ocorrido após uma operação em que “nada o impediu”, graças à colaboração entre os serviços de inteligência dos EUA e as forças armadas israelenses. Ele afirmou que o ataque foi uma oportunidade para o povo iraniano retomar seu país e que a campanha militar continuaria “sem interrupção ao longo da semana ou pelo tempo que for necessário”.
Trump escreveu também que o bombardeio pesado era necessário para neutralizar o que classificou como ameaça prolongada à segurança dos Estados Unidos e de seus aliados.
Ele não conseguiu escapar de nossa inteligência e de nossos sofisticados sistemas de rastreamento e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer.
Contexto da operação
Os ataques começaram na manhã de sábado após semanas de tensões crescentes entre o Irã, os EUA e Israel, em um momento em que esforços diplomáticos sobre o programa nuclear iraniano haviam estagnado. O governo israelense, liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, também afirmou que havia “muitos sinais” de que Khamenei “não está mais entre nós”, citando danos severos ao seu complexo em Teerã e movimentos de inteligência que teriam levado à sua morte. Em seguida, um integrante de alto escalão do governo israelense declarou à agência Reuters que o líder supremo do Irã teria sido morto e que o corpo foi localizado. A informação foi publicada pela agência internacional, que não revelou o nome da autoridade responsável pela declaração.
Negação e falta de verificação
Até o momento, não há confirmação independente da morte de Ali Khamenei por autoridades internacionais ou por agências de verificação independentes. O ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou repetidamente que o aiatolá e outros líderes permanecem “sãos e salvos”, apesar de não terem sido vistos em público desde o início dos ataques.
Isso significa que, fora das declarações dos governos americano e israelense, a veracidade da morte de Khamenei ainda não foi confirmada por fontes neutras.
Repercussões imediatas
Ao ser perguntado sobre quem poderia assumir o lugar de Khamenei, Trump afirmou que não sabia quem seria o sucessor e ironizou em tom de sarcasmo.
Não sei, mas em algum momento eles vão me ligar para perguntar quem eu gostaria. Estou sendo apenas um pouco sarcástico ao dizer isso.
Além das declarações de Trump, o governo do Irã reuniu-se cedo com aliados estratégicos, incluindo representantes da Rússia e de outros países do Oriente Médio, em encontros de emergência para coordenar uma resposta ao ataque americano-israelense. A reação militar iraniana incluiu o lançamento de mísseis e drones contra várias áreas de Israel, com relatos de que alguns projéteis atravessaram os sistemas defensivos, como a Domo de Ferro, e atingiram a região de Tel Aviv, causando mortos e feridos em áreas urbanas — um dos episódios mais notáveis da escalada de hostilidades no conflito atual.
A morte de Ali Khamenei não foi oficialmente confirmada por fontes independentes ou pelo governo iraniano, embora autoridades israelenses e americanas sustentem a versão.
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