Política

AUTONOMIA FINANCEIRA FEMININA

Senado analisa política para autonomia financeira das mulheres

Projeto busca reduzir dependência econômica com capacitação e acesso a crédito

Teresinha Ferreira

06 de outubro de 2026 às 12:04 ▪ Atualizado há 38 minutos

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  • O PL 1.763/2026 será avaliado pelo Senado e estabelece uma política nacional para promover a independência financeira das mulheres.
  • A proposta, chamada de PNIAEF, busca capacitar mulheres e melhorar seu acesso a crédito e mercados, especialmente para aquelas em vulnerabilidade.
  • O projeto propõe metas de crédito para microempreendedoras e pequenas empresas e será coordenado pelo Executivo em parceria com entidades como o Sebrae.
  • Inclui capacitação no combate à violência doméstica e o Programa Nacional da Mulher Exportadora, visando mercados internacionais.
  • O objetivo é integrar proteção social, emprego e acesso a crédito, fomentando negócios formalizados e sustentáveis.
  • A proposta está em tramitação e será distribuída nas comissões do Senado.

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Autonomia financeira das mulheres

O Senado avaliará o PL 1.763/2026, que propõe uma política nacional para promover a independência financeira das mulheres. A iniciativa, denominada Política Nacional Integrada de Autonomia Econômica, Empreendedorismo e Inserção Produtiva de Mulheres (PNIAEF), visa combater a dependência econômica por meio da capacitação e acesso ao crédito e mercados.

De acordo com o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI), o objetivo é enfrentar fatores que perpetuam desigualdades, especialmente para mulheres em vulnerabilidade social e desemprego. O texto propõe metas de crédito para instituições financeiras, ampliando o acesso de microempreendedoras e pequenas empresas.

A coordenação ficará a cargo do Poder Executivo, em parceria com entidades como o Sebrae. O projeto também integra capacitação no combate à violência doméstica, além de estabelecer o Programa Nacional da Mulher Exportadora, para facilitar o acesso a mercados internacionais e a qualificação exportadora.

Nogueira argumenta que o projeto alinha proteção social, emprego e acesso a crédito, promovendo negócios formalizados e sustentáveis. A proposta está em tramitação e aguarda distribuição nas comissões temáticas do Senado.

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Fonte: Senado Notícias