Política

TSE DEEP FAKE

PT recorre ao TSE para remover postagens de deep fake

Ação aponta rede ligada a Flávio Bolsonaro para divulgar conteúdo falso contra Lula

Teresinha Ferreira

30 de julho de 2026 às 17:01 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV) entrou com uma ação no TSE.
  • A ação pede a retirada de postagens ilegais contra o presidente Lula, criadas por IA.
  • As postagens são atribuídas a uma rede ligada a apoiadores de Flávio Bolsonaro.
  • O TSE proíbe a divulgação de deep fakes nas eleições.
  • Perfis anônimos estão supostamente difundindo material para prejudicar a imagem de Lula.
  • A ação cita 32 perfis com mais de 1,4 milhão de seguidores e 23,8 mil publicações.
  • Os partidos solicitam a remoção das postagens e a identificação dos responsáveis.
  • O caso será analisado pelo ministro Kassio Nunes Marques do TSE.

Agência Brasil PT recorre ao TSE para remover postagens de deep fake

A Federação Brasil da Esperança, formada pelos partidos PT, PCdoB e PV, apresentou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (30) para solicitar a retirada de postagens consideradas ilegais, produzidas por inteligência artificial, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo os partidos, essa iniciativa envolve uma rede operada por parlamentares que apoiam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, e visa compartilhar deep fakes criados para prejudicar a imagem de candidatos. O TSE proíbe a divulgação desse tipo de material.

Os partidos afirmam que as postagens são feitas por perfis anônimos, o que aparenta criar uma rejeição generalizada ao pré-candidato Lula, sem que isso represente o real debate público. A ação menciona 32 perfis que somam 1,4 milhão de seguidores e 23,8 mil publicações.

As legendas pedem que o TSE remova estas postagens, predominantemente nos aplicativos Instagram e TikTok, e que preserve os dados dos criadores dos perfis para identificar seus responsáveis. O caso está sob relatoria do presidente do Tribunal, ministro Kassio Nunes Marques.

Fonte: Agência Brasil