SAÚDE

Projeto exige pneumologistas em emergência de hospital de médio e grande porte

A atenção a emergências hospitalares constitui um ponto preocupante tanto em hospitais públicos e/ou privados


Deputado Flávio Nogueira

Deputado Flávio Nogueira Foto: Divulgação

Projeto exige pneumologistas em emergência de hospital de médio e grande porte

A atenção a emergências hospitalares constitui um ponto preocupante tanto em hospitais públicos e/ou privados. No Brasil, tem sido observado um significativo aumento do número de casos de doenças pulmonares agudas ou crônicas que podem levar a situações críticas. Fatores como tabagismo, mudanças ambientais provocadas por constantes incêndios ou até mesmo condições insalubres de trabalho podem desencadear esses problemas.

Pensando nisso, o deputado federal Flávio Nogueira (PDT-PI) apresentou Projeto de Lei (PL 5006/20), que estabelece a presença de, pelo menos, um médico pneumologista em atendimentos das emergências em hospitais de médio e grande porte. O parlamentar argumenta que a presença deste profissional ameniza muito o agravante da doença e até mesmo o óbito, em casos mais graves.

“Por mais que médicos de outras especialidades sejam preparados, as doenças respiratórias são uma enfermidade predominantemente pneumológica e, como tal, requer a presença do especialista para seu adequado manejo”, afirma o deputado, que é médico pneumologista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia, anualmente ocorrem cerca de 350.000 internações por asma, constituindo-se na quarta causa de internação hospitalar pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que corresponde a 2,3% do total de internações. Não obstante a essa doença, há também, pneumonias, embolias e traumatismos torácicos - exemplos de situações que acometem desde crianças até idosos e podem apresentar real risco de morte.

Na justificativa do projeto, Flávio Nogueira enfatiza que não se pode descuidar, também, das consequências do surto de Coronavírus: pulmão, rins e outros órgãos podem ficar prejudicados por semanas ou meses após a pessoa se recuperar da fase aguda. Sem contar que, recentemente, foram revelados casos de reinfecção de COVID-19, demandando assim, mais especialistas da área para acompanhamento.

Fonte: Ascom Deputado Flávio Nogueira

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