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Novo Desenrola Brasil entra em vigor hoje; veja como ter acesso

Programa de renegociação de dívidas ajuda a população a recuperar crédito com descontos e prazos especiais.

Da Redação

05 de maio de 2026 às 07:34 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O Novo Desenrola Brasil começa nesta terça-feira (5) com o objetivo de ajudar na renegociação de dívidas e recuperação de crédito.
  • Destina-se a pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, com dívidas de contratos de crédito até 31 de janeiro de 2026.
  • Dívidas elegíveis devem estar em atraso entre 91 e 720 dias e incluem cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.
  • A verificação de renda será pelo Sistema de Informações de Créditos e bancos.
  • Descontos podem chegar a 90%, com juros reduzidos e possibilidade de uso do FGTS.
  • O texto foi assinado pelo presidente Lula, que destacou a importância de resolver débitos de baixo valor.

Novo Desenrola Brasil entra em vigor hoje; veja como ter acesso

Começa a valer nesta terça-feira (5) o Novo Desenrola Brasil, programa que busca ajudar a população a renegociar dívidas e recuperar crédito. A medida Provisória n° 1.355 foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. Veja aqui o texto completo.

A nova medida destina-se a pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 8.105) e dívidas em atraso referentes a contratos de operações de crédito firmados até 31 de janeiro de 2026. As parcelas devem estar atrasadas entre 91 e 720 dias. As modalidades englobadas incluem:

  • Cartão de crédito, nas modalidades parcelada e rotativa;
  • Cheque especial com utilização do limite de crédito em conta-corrente;
  • Crédito pessoal sem consignação, incluindo empréstimos pessoais para consolidação de dívida.

Conforme a MP, as informações de renda serão verificadas pelo Sistema de Informações de Créditos do Banco Central, com confirmação pelos bancos.

Os descontos podem chegar a 90%, com juros reduzidos e a opção de usar o FGTS para abater os débitos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o texto na segunda-feira (4). Ele afirmou que não é razoável que restrições de crédito persistam por débitos de baixo valor.

Fonte: Agência Brasil



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