Política

META E TSE

Meta afirma ao TSE não haver irregularidades no Exército do Lula

Resposta atende a solicitação do TSE após pedido de Flávio Bolsonaro para revisão.

Teresinha Ferreira

24 de outubro de 2026 às 00:48 ▪ Atualizado há 39 minutos

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  • A Meta não encontrou violações no canal Exército do Lula no WhatsApp, utilizado para apoiar Lula.
  • A revisão foi solicitada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, após pedido de Flávio Bolsonaro.
  • A Meta afirmou que não houve conteúdo que contrariasse suas políticas.
  • A campanha de Flávio Bolsonaro questionou a integridade eleitoral das redes da Meta.
  • O ministro Floriano de Azevedo Marques decidiu manter o canal ativo.
  • Inicialmente, Nunes Marques suspendeu o canal por suposta disseminação de conteúdo inverídico.
  • O corregedor-geral Ricardo Vilas Bôas Cuêva revogou a suspensão, e o canal foi reativado.

Agência Brasil Meta e TSE
Meta e TSE

A Meta comunicou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou violações no canal Exército do Lula, no WhatsApp, utilizado para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reeleição.

A resposta foi dada após solicitação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que determinou uma revisão completa a partir de um pedido de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo a Meta, não houve detecção de conteúdo contrário às políticas da empresa. "A análise técnica não encontrou infrações, conforme declaração anexa", afirmou a empresa.

A campanha de Flávio alegou que as redes da Meta poderiam não estar cumprindo as normas de integridade eleitoral estabelecidas.

Anteriormente, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, decidiu manter o canal ativo, impedindo suspensões individuais por parte de membros da Corte.

No início do mês, Nunes Marques chegou a suspender o canal a pedido da campanha de Flávio, argumentando a disseminação de conteúdos inverídicos.

Posteriormente, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Vilas Bôas Cuêva, revogou a decisão de suspensão, e Kassio Nunes Marques oficializou a reativação do canal após registro no TSE.

Fonte: Agência Brasil



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