Política

MANIFESTAÇÃO ESTUDANTIL

Estudantes intensificam manifestação por democracia e educação

UNE destaca papel histórico do movimento estudantil em momentos críticos do Brasil

Teresinha Ferreira

18 de outubro de 2026 às 12:45 ▪ Atualizado há 13 minutos

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  • Estudantes brasileiros estão se mobilizando em defesa da democracia e educação pública durante as eleições.
  • A UNE destaca a importância do protagonismo estudantil em momentos políticos desafiadores.
  • Bianca Borges, presidente da UNE, alerta sobre os riscos de um governo autoritário para a educação e direitos sociais.
  • História de participação ativa dos estudantes, desde a ditadura militar até os protestos recentes.
  • Críticas ao financiamento inadequado das universidades públicas e à necessidade de mais assistência estudantil.
  • Comparação com manifestações históricas como a Passeata dos 100 mil, em 1968.
  • TSE negou pedido de Flávio Bolsonaro para barrar publicações estudantis nas redes sociais.
  • Importância da continuidade da organização e mobilização estudantil para fortalecer a democracia.

Agência Brasil Manifestação por democracia e educação
Manifestação por democracia e educação

Milhares de estudantes brasileiros têm organizado atos em diversas cidades para defender a democracia e a educação pública durante as eleições presidenciais. Segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE), essa mobilização recupera o protagonismo dos estudantes em momentos desafiadores da política nacional.

A presidente da UNE, Bianca Borges, explica que o movimento busca alertar para os riscos de um governo autoritário que poderia comprometer a educação e os direitos sociais. "Neste momento, nós vemos não só uma eleição em jogo, mas verdadeiramente o futuro do nosso país em risco", declarou.

Bianca Borges destaca que os universitários e secundaristas têm um histórico de participação ativa na política brasileira, desde a luta contra a ditadura militar até os protestos contra governos recentes. A UNE continua criticando o financiamento insuficiente das universidades públicas e a necessidade de assistência estudantil ampliada.

A movimentação atual tem sido comparada a manifestações emblemáticas, como a Passeata dos 100 mil, em 1968. Em eventos recentes, estudantes lembraram a importância de figuras históricas na resistência ao autoritarismo, reforçando o espírito democrático dos protestos.

Ainda, Flávio Bolsonaro fez tentativas para barrar publicações de organizações estudantis nas redes sociais, mas um pedido nesse sentido foi negado pelo TSE.

Para Bianca Borges, além do atual contexto eleitoral, a sustentabilidade do movimento estudantil dependerá da continuidade da organização e mobilização dos jovens para garantir seus direitos e fortalecer a democracia.

Fonte: Agência Brasil