Polícia

OPERAÇÃO POLICIAL

Preso suspeito de gravar e vender vídeos de relações sexuais de mulheres

Polícia Civil aponta que investigado cobrava R$ 75 pelo acesso às imagens em aplicativo de mensagens

Da Redação

29 de maio de 2026 às 09:15 ▪ Atualizado há 3 semanas

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  • José Cleiton da Silva, motorista de aplicativo, foi preso em Teresina por suspeita de gravar, armazenar e comercializar vídeos íntimos sem autorização.
  • Ele cobrava R$ 75 por acesso aos vídeos, compartilhados por aplicativo de mensagens.
  • A prisão ocorreu durante a Operação Lente Oculta, pela Polícia Civil do Piauí.
  • Durante buscas, policiais encontraram pastas adaptadas para esconder um celular usado nas gravações clandestinas.
  • Pelo menos sete mulheres denunciaram o suspeito, algumas menores à época das gravações, feitas há mais de dez anos.
  • A Polícia Civil continua investigando para encontrar novas vítimas e entender a extensão da divulgação dos vídeos.

Motorista de aplicativo gravava e vendia vídeos íntimos sem autorização das vítimas em Teresina | Foto: Divulgação/PCPI
Motorista de aplicativo gravava e vendia vídeos íntimos sem autorização das vítimas em Teresina | Foto: Divulgação/PCPI

Um motorista de aplicativo, José Cleiton da Silva foi preso preventivamente na manhã desta sexta-feira (29), em Teresina, suspeito de gravar, armazenar e comercializar vídeos íntimos de mulheres sem autorização das vítimas.

Segundo o Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), o investigado cobrava R$ 75 pelo acesso aos vídeos, que eram compartilhados por meio de aplicativo de mensagens.

A prisão aconteceu durante a Operação Lente Oculta, deflagrada pela Polícia Civil do Piauí, no bairro Santa Maria da Codipi, Zona Norte da capital.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram duas pastas adaptadas para esconder o celular utilizado nas gravações clandestinas.

De acordo com o delegado Humberto Mácola, pelo menos sete mulheres denunciaram o suspeito. Algumas das vítimas eram menores de idade à época das gravações, que teriam ocorrido há mais de dez anos.

“Durante a busca na casa dessa pessoa, a gente encontrou duas pastas que foram preparadas, tinham capas de celular que coincidem com o celular de propriedade do investigado. As pastas têm buracos para filmar e divulgar os vídeos. Ele colava as capas, fazia um furo perfeito [do outro lado] e podia filmar as vítimas”, explicou o delegado.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis novas vítimas e apurar a extensão da divulgação do material.

Fonte: Polícia Civil do Piauí



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