Polícia

QUATRO PRESOS PELA MORTE DO CICLISTA

Polícia prende quatro suspeitos pela morte de ciclista no RJ

Vítima foi espancada até a morte em Copacabana; um dos agressores segue foragido.

Teresinha Ferreira

22 de agosto de 2026 às 00:57 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • Quatro homens foram presos por envolvimento na morte de Cláudio Rafael Landeiro Moreira em Copacabana.
  • Os detidos incluem dois seguranças, Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, e dois entregadores por aplicativo, Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva.
  • Um quinto suspeito, um entregador não identificado, ainda é procurado.
  • O incidente ocorreu após Cláudio ser abordado injustamente sob acusação de roubo.
  • Cláudio, que tinha transtornos psicológicos, não conseguiu se defender e foi brutalmente agredido.
  • Ele sofreu 57 agressões, principalmente na cabeça, e faleceu no hospital.
  • O laudo médico confirmou morte por traumatismo craniano e lesões internas.

Divulgação Davi Santos Machado é preso
Davi Santos Machado é preso

Quatro homens foram presos em conexão com o espancamento e morte de Cláudio Rafael Landeiro Moreira, em Copacabana, Rio de Janeiro. A prisão ocorreu após o incidente envolvendo seguranças e entregadores por aplicativo, conforme nota do governo estadual.

Os detidos são os seguranças Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, além dos entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva. Este último se entregou à polícia nesta sexta-feira (21). Um outro entregador, ainda não identificado, é procurado por ter sido flagrado por câmeras de segurança ao agredir a vítima.

O caso aconteceu quando Cláudio, de 37 anos, havia saído para uma volta de bicicleta na noite do dia 11. Ele foi abordado por Davi Machado sob acusação de roubo. Por ter transtornos psicológicos, Cláudio não conseguiu se defender verbalmente.

Davi iniciou a agressão com pauladas, seguido por Jorge Luiz, que tomou a bicicleta da vítima. Cláudio continuou a ser atacado pelo grupo com chutes e golpes de porrete, sofrendo 57 agressões, principalmente na cabeça.

A violência terminou com Cláudio sendo encontrado pelos bombeiros, 30 minutos depois do ataque, e levado ao Hospital Miguel Couto, onde faleceu na madrugada do dia 12. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou morte por traumatismo craniano, além de lesões no baço e rim esquerdo.

Fonte: Agência Brasil