Polícia

PRISÃO DE EX-PREFEITO

Justiça mantém prisão do ex-prefeito Márcio Canella

Canella foi transferido para Bangu 8, após audiência de custódia.

teresinha Ferreira

08 de julho de 2026 às 21:11 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, continuará preso após audiência de custódia.
  • A prisão ocorreu na 6ª fase da Operação Unha e Carne pela Polícia Federal.
  • Canella foi transferido para a Cadeia Pública em Bangu 8.
  • Ele foi detido em casa, na Barra da Tijuca, onde foram encontrados um fuzil, outras armas, munições e relógios de luxo.
  • A operação também atingiu o ex-secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Marcus Amim.
  • O objetivo era desarticular uma rede de lavagem de dinheiro ligada a postos de combustíveis.
  • O esquema teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões em seis anos.
  • Acusações incluem organização criminosa, contratação ilegal e lavagem de dinheiro.

O ex-prefeito, que pretendia disputar uma vaga ao Senado pelo União Brasil, foi detido em sua casa, na Barra da Tijuca
O ex-prefeito, que pretendia disputar uma vaga ao Senado pelo União Brasil, foi detido em sua casa, na Barra da Tijuca

O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, permanecerá preso após decisão judicial em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (8). A prisão aconteceu durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal.

Canella foi transferido para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio.

O ex-prefeito, que pretendia disputar uma vaga ao Senado pelo União Brasil, foi detido em sua casa, na Barra da Tijuca, onde foram encontrados um fuzil e outras armas. Também foram apreendidos munições e relógios de luxo.

A operação, que também cumpriu mandado de busca contra o ex-secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Marcus Amim, visava desarticular uma rede de lavagem de dinheiro, operada através de postos de combustíveis na região, com envolvimento de agentes públicos.

Segundo relatório do Coaf, o esquema criminoso teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. Os investigados podem responder por organização criminosa, contratação ilegal e lavagem de dinheiro.

Fonte: Agência Brasil