Polícia

JUSTIÇA E CRIMINALIDADE

Justiça julga acusado de matar galerista Brent Sikkema

Alejandro Triana Prevez enfrentará júri no Rio em 25 de fevereiro de 2027

Teresinha Ferreira

27 de agosto de 2026 às 11:02 ▪ Atualizado há 2 horas

Ver resumo
  • Julgamento de Alejandro Triana Prevez marcado para 25 de fevereiro de 2027 no Rio de Janeiro.
  • Alejandro é acusado de assassinar Brent Sikkema em 15 de janeiro de 2024.
  • O crime ocorreu no apartamento da vítima, no Jardim Botânico.
  • Alejandro confessou intenção de fuga pela fronteira com o Peru.
  • Acusações incluem homicídio qualificado por motivos torpes e promessa de recompensa.
  • Processo de Daniel Sikkema, apontado como mandante e ex-marido da vítima, foi desmembrado.
  • Daniel teria prometido US$ 200 mil pelo crime devido a disputas patrimoniais.
  • A vítima foi atacada com faca, sem possibilidade de defesa, resultando em 18 golpes.
  • Alejandro continua em prisão preventiva.

Agência Brasil Alejandro Triana Prevez
Alejandro Triana Prevez

A Justiça do Rio marcou para 25 de fevereiro de 2027, às 13h, o julgamento de Alejandro Triana Prevez, cubano acusado pelo assassinato do galerista norte-americano Brent Sikkema, de 75 anos. O crime ocorreu no apartamento da vítima, no Jardim Botânico, em 15 de janeiro de 2024.

A juíza da 3ª Vara Criminal da Capital, Tula Correa de Mello, determinou a manutenção da prisão preventiva de Alejandro. A decisão enfatiza que ele "confessou a intenção de fugir do país pela fronteira com o Peru após a descoberta do delito".

Alejandro é acusado de homicídio qualificado por motivos torpes e promessa de recompensa, além de furto qualificado durante a noite. O crime teve agravantes por ser contra uma pessoa maior de 60 anos.

O processo contra outro envolvido, Daniel Sikkema, foi desmembrado devido a um recurso. Daniel foi apontado como o mandante do crime no qual o galerista, seu ex-marido, o excluiu do testamento, que incluía imóveis nos Estados Unidos, Cuba e Brasil.

Segundo o Ministério Público estadual, Alejandro veio ao Brasil guiado por Daniel, que prometeu US$ 200 mil pelo assassinato, motivado por disputas patrimoniais. Alejandro usou as chaves da vítima para entrar em sua casa e atacá-lo com faca.

O laudo de necropsia revelou que a vítima foi golpeada 18 vezes, sem possibilidade de defesa, o que reforçou a necessidade de manter Alejandro preso. A juíza reafirmou a decisão pela prisão preventiva devido à imutabilidade dos fatos apresentados até então.

Fonte: Agência Brasil