Polícia

DENÚNCIA

Família denuncia agressão a Marielle em grupo de WhatsApp da PUC-Rio

Luyara Franco, filha de Marielle, relata comentários racistas atribuídos à mãe

Da Redação

31 de outubro de 2026 às 13:00 ▪ Atualizado há 48 minutos

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  • Luyara Franco denunciou ofensas racistas contra Marielle Franco feitas por um aluno da PUC-Rio em um grupo de WhatsApp.
  • As ofensas incluíram o uso do termo "macaca" e questionamentos sobre o financiamento da educação de Marielle.
  • Luyara, junto com o Instituto Marielle Franco, exigiu ação da PUC-Rio e ressaltou que ataques persistem após o assassinato de Marielle.
  • O racismo é crime inafiançável e imprescritível, sujeito a reclusão e multa segundo a Constituição Federal.
  • A PUC-Rio está investigando o caso e reafirmou seu compromisso com a educação antirracista.
  • Em um ato recente, houve outra ofensa à memória de Marielle por apoiadores de Flávio Bolsonaro.
  • Marielle Franco e Anderson Gomes foram assassinados em 2018 e os responsáveis, como Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, foram condenados.

Agência Brasil Marielle Franco
Marielle Franco

Luyara Franco, filha da vereadora assassinada Marielle Franco, denunciou nas redes sociais ofensas racistas contra sua mãe feitas por um aluno da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) em um grupo de WhatsApp.

Conforme a denúncia, foram feitas ofensas racistas, incluindo o termo "macaca", questionando como Marielle teria financiado sua educação na PUC-Rio, onde cursou sociologia.

"Racismo é crime! Exigimos respeito, apuração e posicionamento da PUC-Rio," afirmou Luyara em uma postagem em conjunto com o Instituto Marielle Franco. Ela destacou que ataques continuam mesmo após o assassinato de sua mãe.

O racismo é definido como crime inafiançável e imprescritível pela Constituição Federal, sujeito a reclusão e multa.

A PUC-Rio afirmou que investiga o caso após denúncias recebidas por sua Ouvidoria e Canal Externo de Denúncias. A universidade declarou seu repúdio a atos discriminatórios, reafirmando o compromisso com uma educação antirracista e com a memória de Marielle Franco.

Recentemente, outra ofensa ocorreu no dia 13, em ato próximo à PUC-Rio, onde apoiadores de Flávio Bolsonaro ironizaram a morte de Marielle Franco aos gritos.

O assassinato de Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes em março de 2018 gerou grande comoção. Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados pelo crime, juntamente com outros envolvidos, em decisões mantidas por instâncias judiciais.

Fonte: Agência Brasil



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