Polícia

EMPRESARIO CONDENADO

Empresário condenado a 17 anos por morte de motorista

Fernando Sastre foi preso e não poderá dirigir nem recorrer em liberdade.

Teresinha Ferreira

30 de outubro de 2026 às 11:42 ▪ Atualizado há 1 hora

Ver resumo
  • Fernando Sastre de Andrade Filho foi condenado a mais de 17 anos de prisão pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.
  • O acidente ocorreu em 31 de março de 2024, quando Fernando dirigia um Porsche em alta velocidade e sob efeito de álcool.
  • O Instituto de Criminalística constatou que o carro estava a 136 km/h, bem acima do limite de 50 km/h.
  • Durante o julgamento, Fernando admitiu ter ingerido álcool, contradizendo suas alegações anteriores.
  • De 14 testemunhas, 11 foram ouvidas, incluindo amigos de Fernando que confirmaram sua embriaguez e a policial que o dispensou sem teste do bafômetro.
  • Fernando também está proibido de dirigir e não poderá recorrer em liberdade.

Agência Brasil Empresário condenado a 17 anos
Empresário condenado a 17 anos

Fernando Sastre de Andrade Filho foi condenado a 17 anos, um mês e 10 dias de prisão pela morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, ocorrida em 31 de março de 2024. Além disso, ele não poderá dirigir veículos automotores nem recorrer em liberdade, conforme decisão judicial nesta quinta-feira (29).

O acidente aconteceu quando Fernando, dirigindo um Porsche em alta velocidade e sob efeito de álcool, colidiu com o Renault Sandero da vítima na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé. O Instituto de Criminalística apontou que o veículo estava a 136 km/h, ultrapassando o limite de 50 km/h.

Durante o julgamento no Fórum Criminal da Barra Funda, que começou nesta quarta-feira (28), Fernando admitiu pela primeira vez ter ingerido álcool antes do acidente. Anteriormente, ele afirmava ter consumido apenas água.

Das 14 testemunhas arroladas, 11 foram ouvidas, incluindo a policial militar Daisy Aparecida Cardoso Romão, que dispensou Fernando do local sem teste do bafômetro, alegando necessidade de atendimento médico para um sangramento nasal.

Amigos do empresário confirmaram sua embriaguez e também foram ouvidos o perito criminal Alfredo Vieira das Neves e o filho da vítima, reforçando o quadro acusatório.

Fonte: Agência Brasil



Siga no WhatsApp (abre em uma nova aba)