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Poluição sonora em Piauí

MPPI recomenda ação contra poluição sonora em Santana do Piauí

Paredões de som em vias públicas são alvo de recomendação do MPPI para combate a ruídos excessivos

Teresinha Ferreira

11 de setembro de 2026 às 10:31 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O Ministério Público do Piauí expediu recomendação para combater a poluição sonora em Santana do Piauí.
  • A recomendação visa limitar o uso de "paredões de som" em locais públicos.
  • Destinada ao prefeito e ao comandante local da Polícia Militar.
  • Alerta contra permissões verbais ilegais para o uso desses aparelhos.
  • Orienta a prefeitura a evitar permissões informais e a reforçar a fiscalização em bares.
  • Estabelecimentos que não cumprirem as regras podem ser interditados e ter alvarás cassados.
  • Polícia Militar deve agir imediatamente em casos de perturbação do sossego.
  • Previstas apreensões de equipamentos e veículos infratores.
  • Um plano de ações integradas entre Prefeitura e Polícia foi solicitado.
  • Relatórios sobre as ações devem ser enviados em 15 dias úteis.
  • Há risco de sanções por improbidade administrativa em caso de inação.

Ministério Público do Piauí (MPPI) Ação contra poluição sonora
Ação contra poluição sonora

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da 6ª Promotoria de Justiça de Picos, expediu a Recomendação Administrativa nº 03/2026 para prevenir e combater a poluição sonora em Santana do Piauí. A iniciativa busca limitar o uso abusivo de aparelhos sonoros automotivos, conhecidos como "paredões de som", em locais públicos.

Assinado pelo promotor de Justiça Antônio Braz Rolim Filho, o documento é dirigido ao prefeito e ao comandante do Grupamento de Polícia Militar local. A recomendação surge após a constatação do uso excessivo desses equipamentos, muitas vezes justificado por supostas permissões verbais da Prefeitura, prática considerada irregular e sem apoio legal.

O MPPI orientou o Poder Executivo Municipal a evitar permissões informais que tolerem ruído excessivo e a implementar fiscalização contínua em bares e outros locais. No caso de descumprimento, os estabelecimentos estarão sujeitos a interdição e cassação de alvarás.

A Polícia Militar foi instruída a atuar de imediato em casos de perturbação do sossego, independentemente de denúncias formalizadas por vítimas. Apreensões de equipamentos e veículos infratores estão previstas para cessar essas práticas.

Um plano para operações integradas entre Prefeitura e Polícia foi requisitado, com relatórios de atividades a serem enviados à Promotoria. As respostas sobre as medidas adotadas devem ser apresentadas em até 15 dias úteis, com possibilidade de sanções por improbidade administrativa em caso de inação.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)