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COMBATE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

MPPI discute combate à violência doméstica em novo módulo do Reeducar

O 7º módulo do Programa Reeducar ocorreu com foco na Lei Maria da Penha

Teresinha Ferreira

30 de setembro de 2026 às 10:04 ▪ Atualizado há 1 dia

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  • O MPPI realizou o 7º módulo da 9ª edição do Programa Reeducar.
  • O tema foi "Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e a Lei Maria da Penha".
  • A promotora Amparo Paz mediou a discussão, com foco em diferentes aspectos da violência doméstica.
  • O evento focou no diálogo e reflexão sobre o impacto da violência nas relações familiares e sociais.
  • Amparo Paz destacou a importância da educação para a prevenção da violência.
  • O Programa Reeducar visa promover a responsabilização e mudança de comportamento em homens envolvidos em violência doméstica.

Ministério Público do Piauí (MPPI) 7º módulo da 9ª edição do Programa Reeducar.
7º módulo da 9ª edição do Programa Reeducar.

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) realizou nesta terça-feira (29) o 7º módulo da 9ª edição do Programa Reeducar. O encontro, na sede leste do MPPI, abordou a temática "Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e a Lei Maria da Penha". A promotora de Justiça Amparo Paz, coordenadora do Núcleo de Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID), mediou a discussão.

Os participantes discutiram aspectos da violência doméstica, suas diferentes manifestações e os impactos nas relações familiares e sociais. O evento proporcionou um espaço de diálogo e reflexão.

Programa Reeducar

Conforme a promotora Amparo Paz, o Programa Reeducar é essencial para enfrentar a violência, promovendo não só a responsabilização, mas também a reflexão sobre atitudes e consequências. “A prevenção passa necessariamente pela educação, pelo diálogo e pela mudança de atitudes”, destacou.

O Programa Reeducar busca fomentar a reflexão, responsabilização e mudança de comportamento entre homens envolvidos em contextos de violência doméstica e familiar.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)