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REGULARIZAÇÃO DE AGUA

MPPI aciona Justiça para restabelecer água em Várzea Branca

Ação visa regularizar o fornecimento e inclui medidas emergenciais para a população.

Teresinha Ferreira

18 de setembro de 2026 às 11:14 ▪ Atualizado há 41 minutos

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  • O Ministério Público do Piauí (MPPI) entrou com ação contra Águas do Piauí e o Município de Várzea Branca para garantir água potável.
  • A ação foi motivada por constantes interrupções no abastecimento desde fevereiro de 2025.
  • A população recorreu a um abaixo-assinado em agosto de 2026 devido à falta de água.
  • A promotora Lícia Cunha Rios pede o restabelecimento imediato do serviço e uso de carros-pipa.
  • Um fornecimento mínimo de 40 litros de água por pessoa por dia é exigido, priorizando serviços essenciais.
  • O MPPI demanda um diagnóstico técnico e plano de ação em 15 dias, com multa de R$ 10 mil por descumprimento.
  • A ação busca reparações, proibição de cobranças integrais e indenização por dano moral coletivo de R$ 300 mil.

Ministério Público do Piauí (MPPI) Abastecimento de  água em Várzea Branca
Abastecimento de água em Várzea Branca

O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de São Raimundo Nonato, ajuizou uma ação civil pública contra a empresa Águas do Piauí e o Município de Várzea Branca. O objetivo é assegurar o fornecimento regular de água potável à população local.

Motivada por frequentes interrupções no abastecimento, a ação demanda medidas urgentes para o restabelecimento do serviço. Desde fevereiro de 2025, o problema persiste, levando mais de cem moradores a assinarem um abaixo-assinado em agosto de 2026. O MPPI identificou a dependência de carros-pipa e a necessidade de manutenção dos equipamentos de distribuição.

A promotora de Justiça, Lícia Cunha Rios, requer a regularização imediata do abastecimento e a distribuição temporária de água por meio de carros-pipa. A ação prevê o fornecimento mínimo de 40 litros de água por pessoa ao dia, priorizando unidades de saúde, escolas e outras instituições essenciais.

Dentro de 15 dias, o MPPI exige um diagnóstico técnico e um plano de ação com cronograma de execução da concessionária e do município. Em caso de descumprimento, a promotoria solicitou a aplicação de uma multa diária mínima de R$ 10 mil para cada requerido.

A ação também busca a confirmação de medidas de reparo, proibição de cobranças integrais durante o período sem fornecimento efetivo e indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 300 mil.

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Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)