Em Teresina segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apenas 17% da cidade conta com sistema de esgotamento sanitário. O governo federal liberou desde 2008 R$ 104 milhões de reais para investimento em saneamento básico na capital, mas há quase quatro anos as obras de ampliação da rede de esgoto estão paradas e a qualidade de vida de boa parte da população comprometida.
A administradora Antônia de Macêdo mora no Parque São João, Zona Sul de Teresina, há 33 anos e o tempo não foi suficiente para resolver um problema grave que ela e os vizinhos enfrentam. Ao lado das casas passa um enorme grotão com esgoto a céu aberto. “Era só um córrego bem pequeno, foi aumentando o problema com a construção da avenida. Os esgotos dos bairros vizinhos descem pra cá”, disse.
Como na região não existe esgotamento sanitário nas manilhas correm todos os tipos de sujeiras que acabam sendo despejados ao lado da área residencial. Poucas regiões da capital tem rede de esgoto. Nos últimos anos a Águas e Esgotos do Piauí (Agespisa), chegou a ampliar as ligações em vários bairros, mas as obras que incomodaram por algum tempo os oradores atualmente não servem a população.
A rede de esgoto chegou a ser feita em boa parta da cidade como na região do bairro Monte Castelo, porém não está sendo utilizada porque não existe uma estação de tratamento dos dejetos antes deles serem utilizados no rio. Por uma questão lógica a estação deveria ser feita primeiro.
O presidente da Agespisa Antonio Filho explica que por isso as obras estão sendo investigadas por órgãos de controle como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. Ainda existe segundo ele, R$ 70 milhões garantidos pelo governo federal mas enquanto o novo projeto não for aprovado a construção da estação de tratamento de esgoto não será iniciada.
“Houve um erro de concepção técnica uma vez que fizeram as redes e não definiram o local onde esse esgoto iria ser recolhido. Nós estamos tentando corrigir o problema”, falou.
Para Leonardo Madeira, pesquisador da Universidade Federal do Piauí doutorando em Meio Ambiente, a rede de esgoto precária é causa de uma série de outros problemas. “Isso reflete diretamente nos gastos com a saúde diminuindo a eficiência do sistema”, contou.
A administradora Antônia de Macêdo mora no Parque São João, Zona Sul de Teresina, há 33 anos e o tempo não foi suficiente para resolver um problema grave que ela e os vizinhos enfrentam. Ao lado das casas passa um enorme grotão com esgoto a céu aberto. “Era só um córrego bem pequeno, foi aumentando o problema com a construção da avenida. Os esgotos dos bairros vizinhos descem pra cá”, disse.
Como na região não existe esgotamento sanitário nas manilhas correm todos os tipos de sujeiras que acabam sendo despejados ao lado da área residencial. Poucas regiões da capital tem rede de esgoto. Nos últimos anos a Águas e Esgotos do Piauí (Agespisa), chegou a ampliar as ligações em vários bairros, mas as obras que incomodaram por algum tempo os oradores atualmente não servem a população.
A rede de esgoto chegou a ser feita em boa parta da cidade como na região do bairro Monte Castelo, porém não está sendo utilizada porque não existe uma estação de tratamento dos dejetos antes deles serem utilizados no rio. Por uma questão lógica a estação deveria ser feita primeiro.
O presidente da Agespisa Antonio Filho explica que por isso as obras estão sendo investigadas por órgãos de controle como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. Ainda existe segundo ele, R$ 70 milhões garantidos pelo governo federal mas enquanto o novo projeto não for aprovado a construção da estação de tratamento de esgoto não será iniciada.
“Houve um erro de concepção técnica uma vez que fizeram as redes e não definiram o local onde esse esgoto iria ser recolhido. Nós estamos tentando corrigir o problema”, falou.
Para Leonardo Madeira, pesquisador da Universidade Federal do Piauí doutorando em Meio Ambiente, a rede de esgoto precária é causa de uma série de outros problemas. “Isso reflete diretamente nos gastos com a saúde diminuindo a eficiência do sistema”, contou.
Fonte: g1
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