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Pnud e Seplan lançam Rede Intermunicipal de Monitoramento das Políticas para Mulheres

O lançamento será na quarta-feira (29), às 10h, no auditório da Academia Piauiense de Letras (APL).


Convite

Convite Foto: Ascom

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com o Governo do Piauí, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), entrega, na quarta-feira (29), às 10h, no auditório da Academia Piauiense de Letras (APL), o relatório final do projeto e lançamento da Rede Intermunicipal de Monitoramento das Políticas para as Mulheres.

O Pnud Brasil implementou, durante o biênio 2018/2019, no Piauí, uma atividade voltada ao empoderamento econômico de mulheres com base na metodologia de combo – uma estratégia inovadora para elaborar respostas mais eficazes à complexidade dos diferentes desafios para o desenvolvimento sustentável do público feminino.

Esta iniciativa envolveu cinco municipalidades da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Grande Teresina – Ride Grande Teresina, e tem como objetivo central a ampliação da capacidade das mulheres jovens de suportar crises relacionadas à fase da vida jovem e ao território em que vivem.

Depois de promover intensos diálogos com representantes da sociedade civil, técnicos dos órgãos públicos setoriais de cinco municípios da Ride Grande Teresina, e contando ainda com o apoio de especialistas em cada temática identificada como gargalos para o desenvolvimento das mulheres na região, o projeto chega à sua etapa final com a entrega do documento contendo um conjunto de medidas integradas para fortalecer e acelerar o desenvolvimento das mulheres nesta região.

Entre as medidas identificadas como relevantes para assegurar a resiliência desse grupo, destacou-se a criação de uma rede intermunicipal, cuja função será a articulação e alinhamento dos entendimentos para a gestão das políticas voltadas à igualdade de gênero e para atenção às mulheres e meninas nos equipamentos públicos dos municípios do estado, de maneira a garantir que as ações estejam acessíveis às mulheres de todo o território.

Fonte: CCOM

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