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DESABAFO

Padre vítima de assalto no Ceará elogia ação rápida da Polícia do Piauí

“10 para o Piauí e 0 para o Ceará”, disse o padre Emídio Moura após caso de latrocínio

Alinny Maria

21 de abril de 2026 às 09:39 ▪ Atualizado há 2 meses

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  • Padre Emídio Moura fez um desabafo nas redes sociais comparando a polícia do Ceará e do Piauí.
  • O desabafo foi motivado por um caso de latrocínio em Batalha, no Piauí.
  • Ele elogiou a eficiência da polícia piauiense em resolver o crime rapidamente.
  • Criticou a falta de ação da polícia cearense em um assalto à casa paroquial de Frecheirinha.
  • O padre destacou que o crime em Frecheirinha ocorreu há 216 dias sem solução.
  • Atribuiu nota máxima à polícia do Piauí e nota zero à do Ceará.
  • Criticou a relação entre política e segurança pública.
  • O desabafo reacendeu o debate sobre a eficiência das forças de segurança nos dois estados.

Reprodução/Instagram Padre Emídio Moura
Padre Emídio Moura

Um desabafo publicado nas redes sociais pelo padre Emídio Moura, da cidade de Frecheirinha, no Ceará, repercutiu ao comparar a atuação das forças de segurança do estado com a do Piauí. A manifestação ocorreu após um caso de latrocínio registrado no município de Batalha, no Norte do Piauí.

Na publicação, o religioso elogia a rapidez da polícia piauiense na elucidação do crime, destacando que suspeitos foram presos em pouco tempo. Em contrapartida, ele critica a atuação das autoridades cearenses, citando como exemplo um assalto ocorrido há meses na casa paroquial de Frecheirinha, que, segundo ele, ainda não teve resposta efetiva.

“Hoje faz 216 dias que a Casa Paroquial de Frecheirinha foi invadida com o mesmo modus operandi em Batalha no Piauí. Por graça divina eu não infartei, mesmo eu já tendo uma stent na coronária",  escreveu o padre, ao questionar se ao menos houve registro formal da ocorrência junto aos órgãos de segurança do Ceará.

Em tom de indignação, o religioso atribuiu nota máxima à segurança pública do Piauí e zero ao Ceará. Ele também criticou a relação entre política e segurança pública, levantando questionamentos sobre quem, de fato, exerce influência sobre as ações policiais.

A publicação ganhou repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a eficiência das forças de segurança nos dois estados, além de cobrar respostas das autoridades cearenses sobre casos ainda sem solução.

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Desabafo do padre Emídio Moura / Foto: Redes sociais

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