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INVESTIGAÇÃO CONTINUA

Bombeiros afastam hipótese de gás em caso de alunos que passaram mal em escola de Picos

Mau cheiro intenso foi percebido dentro da escola, mas moradores da região afirmaram que o odor também foi sentido no entorno da unidade

Da Redação

Quinta - 16/04/2026 às 08:52



Foto: Reprodução/TV Alunos passaram mal dentro do CETI Miguel Lidiano, em Picos, onde estudam em tempo integral
Alunos passaram mal dentro do CETI Miguel Lidiano, em Picos, onde estudam em tempo integral

Após perícia realizada no local, o Corpo de Bombeiros descartou a possibilidade de vazamento de gás no Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Miguel Lidiano, em Picos, onde 11 alunos passaram mal na manhã dessa quarta-feira (15). Mesmo com a exclusão dessa hipótese, as aulas permanecem suspensas por precaução, enquanto as autoridades aguardam a conclusão de um laudo técnico.

Os alunos, com idades entre 15 e 17 anos, relataram tontura, dor de cabeça e formigamento ainda dentro da unidade escolar. Diante da situação, a direção acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Atendimento médico  

Parte dos estudantes foi levada em ambulâncias para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, enquanto outros chegaram por meios próprios. Todos seguem em observação médica.

Relato de odor no ambiente escolar 

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação do Piauí, um mau cheiro intenso foi percebido dentro da escola, mas moradores da região afirmaram que o odor também foi sentido no entorno da unidade.

Vistoria técnica  

O Corpo de Bombeiros realizou uma inspeção no local e concluiu que não há indícios de problema com origem no interior da escola, afastando a suspeita de vazamento de gás.

Investigação   

A Vigilância Sanitária de Picos também esteve na unidade para apurar o caso. Segundo a coordenadora do órgão, Lúcia Neiva, nenhuma irregularidade foi identificada até o momento. Uma das hipóteses levantadas inicialmente pelos próprios alunos foi a passagem de um carro fumacê, utilizado na aplicação de inseticida, possibilidade já descartada pelas equipes técnicas.

Médicos que atenderam os estudantes avaliam a possibilidade de intoxicação por algum agente presente no ar, ainda não identificado. Até o momento, não há confirmação sobre a causa do ocorrido.

Em nota, a Seduc informou que acompanha o caso e que a decisão sobre a retomada das aulas será tomada somente após a emissão de laudos técnicos dos órgãos competentes, garantindo a segurança de toda a comunidade escolar.

Fonte: Corpo de Bombeiros

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