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5 raças de cachorro populares no mundo do luxo

E não é bobagem dizer que algumas raças são preferidas por alguns grupos de pessoas


Raças de cães

Raças de cães Foto: Divulgação

Não importa se tem pedigree ou não, se tem pelos macios, se é super fácil de adestrar ou se é mais bagunceiro, cachorro é tudo de bom, não é mesmo? É claro que nem todo mundo tem uma relação boa com os cães, mas os tutores costumam se render muito facilmente a qualquer animalzinho.

E não é bobagem dizer que algumas raças são preferidas por alguns grupos de pessoas. Para quem tem problemas visuais, por exemplo, raças como labrador e golden retriever são muito recomendadas, pois eles são excelentes guias.

Essa preferência acontece, inclusive, no mundo do luxo. É comum vermos magnatas e mulheres da high society com alguns exemplares de raças específicas, as chamadas raças de luxo. Quer saber quais os cães mais populares entre os multimilionários? Nós lembramos algumas delas.

Mastim tibetano, o cão mais caro do mundo

Em 2013, alguns cães da raça mastim tibetano foram vendidos na China por incríveis R$ 1,5 milhão e, na época, foram considerados os cachorros mais caros do mundo.

Como somente um seleto grupo de pessoas consegue desembolsar tal quantia para adquirir exemplares desta raça, é possível considerá-los um grupo raro e pouco difundido no mundo. É em seu país de origem, a China, que essa raça encontra grande popularidade.

Características gerais do Mastim Tibetano

É válido notar que o mastim tibetano é considerada uma das raças mais antigas do mundo. De comportamento muito pacífico, esses cães são calmos e, embora não gostem de muito contato físico, convivem bem com a família.

De grande porte, alguns cães desta raça podem chegar a pesar até 130 kg. Latem bastante na parte da noite e, quando têm uma boa carga de exercícios físicos, não são tão destruidores assim.

Chihuahua

Eles são bem menores do que os mastins tibetanos e não chegam a ser vendidos pelos incríveis R$ 1,5 milhão dos cães chineses. Mas o que os chihuahua não têm em tamanho, eles têm em coragem e companheirismo.

Oriundo do continente americano, mais precisamente da região do México, essa raça é considerada a menor que existe. Seu tamanho varia entre 15 e 22 cm, podendo chegar até 3 kg.

Por serem pequeninos, podem acompanhar os tutores nas mais diferentes situações e nos lugares mais inusitados, como pequenas bolsas e mochilas. Muitas mulheres da high society elegem esse animalzinho como uma espécie de mascote e os levam para brunches, reuniões e passeios.

Pug

Eles são de pequeno porte, têm olhinhos bem expressivos e uma carinha meio enrugadinha. Os pugs são de uma raça bem antiga que também é originária da China. Aliás, naquele país, só podia ser criado pela realeza e por monges tibetanos. Da China, migrou para os países europeus e depois para o continente americano.

Geralmente de pelos claros, a região do rosto é de coloração negra. Também nesta área eles costumam apresentar as famosas ruguinhas que, embora sejam muito fofas, exigem certo nível de cuidado, sobretudo quanto aos problemas de pele.

Os pugs são muito companheiros e adoram acompanhar os tutores por todos os cantos. São também um pouco preguiçosos e não gostam de fazer tantos exercícios físicos. Também por isso são cães que tendem a ganhar peso facilmente.

Pequinês  

Outra raça originária da China, o pequinês é considerado um excelente cão de companhia e que convive super bem com o tutor e sua família. Nota-se ainda que esses cãezinhos, de tão amorosos, chegam a ser um pouco possessivos e elegem um preferido na família. Este será acompanhado com mais atenção pelo cãozinho.

 O pequinês não costuma ter muitos problemas de saúde, sendo que hérnias de disco e luxações patelares são os problemas mais comuns. De pequeno porte, os pelos costumam ser de cor clara, entre o dourado, o branco e o cinza.

Fonte: Piaui Hoje

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