Educação

INCLUSÃO SOCIAL

MPPI colabora na criação do Observatório da Pessoa com Deficiência

Iniciativa da UFPI tem apoio de promotoras de Justiça para fortalecer inclusão social

Teresinha Ferreira

17 de setembro de 2026 às 09:21 ▪ Atualizado há 2 horas

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  • O MPPI está colaborando com a UFPI para criar o Observatório Piauiense da Pessoa com Deficiência.
  • Os representantes do MPPI são as promotoras Fabrícia Barbosa e Marlucia Evaristo.
  • O projeto busca enfrentar o analfabetismo entre pessoas com deficiência no Piauí.
  • O MPPI sugere expandir a análise para toda a jornada educacional, visando acesso e permanência escolar.
  • Propostas incluem busca ativa de estudantes, definição de indicadores de inclusão e criação de um Painel Estadual de Indicadores.
  • Integração de dados e colaboração entre Educação, Saúde e Assistência Social são metas.
  • O perfil das pessoas analfabetas será estudado, considerando idade e barreiras sociais.
  • O projeto também visa fortalecer currículos na UFPI para preparar profissionais contra as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência.

Ministério Público do Piauí (MPPI) Ministério Público do Piauí (MPPI)
Ministério Público do Piauí (MPPI)

O Ministério Público do Piauí (MPPI) está colaborando com a construção do Observatório Piauiense da Pessoa com Deficiência, um projeto liderado pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Representam o MPPI a promotora de Justiça Fabrícia Barbosa de Oliveira, do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (Caoeduc), e a promotora Marlucia Evaristo, do Centro de Apoio Operacional de Promoção da Cidadania e Inclusão Social (Caocis).

A iniciativa, desenvolvida pela Coordenadoria de Inclusão, Diversidade, Equidade e Acessibilidade da UFPI, reúne várias instituições para direcionar e alinhar ações do observatório. O objetivo principal é enfrentar o analfabetismo entre pessoas com deficiência no estado do Piauí.

O Caoeduc sugeriu a ampliação da análise para toda a trajetória educacional, incluindo aspectos como acesso e permanência escolar. Entre as propostas estão o fortalecimento da Busca Ativa de pessoas fora da escola, definição de indicadores de inclusão e criação de um Painel Estadual de Indicadores.

Adicionalmente, pode-se integrar bases de dados e consolidar relações entre departamentos de Educação, Saúde e Assistência Social para apoio conjunto a essas populações.

O Caocis, por sua vez, destacou a importância de identificar o perfil das pessoas com deficiência analfabetas, analisando fatores como faixa etária e barreiras enfrentadas. A proposta inclui examinar obstáculos como falta de apoio familiar e dificuldades de deslocamento.

A contribuição do MPPI visa também fortalecer currículos de licenciatura e outras graduações na UFPI, preparando futuros profissionais para eliminar barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência.

Fonte: Ministério Público do Piauí (MPPI)