Economia

FINANÇAS

Tesouro Nacional recompra títulos públicos para estabilizar mercado

Medida visa corrigir oscilações pós-eleições e inclui cancelamento de leilão de LFTs.

Teresinha Ferreira

22 de outubro de 2026 às 00:36 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • O Tesouro Nacional recompra NTN-Bs com vencimentos em 2030, 2035, 2040 e 2045.
  • A ação visa conter oscilações de mercado pós-eleições.
  • Um edital detalhará o leilão no site oficial do Tesouro.
  • A decisão foi aprovada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
  • O próximo leilão de LFTs foi cancelado.
  • Após as eleições, o Tesouro recompensou R$ 14,8 bilhões em títulos.
  • Durigan atribui instabilidades ao ajustamento do mercado às novas expectativas políticas.
  • Afirma que esperam-se desajustes temporários após a vitória de Lula.

Agência Brasil Tesouro Nacional
Tesouro Nacional

O Tesouro Nacional recompra Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B) com vencimentos previstos para 2030, 2035, 2040 e 2045. O anúncio, feito nesta terça-feira (27), visa conter oscilações do mercado após as eleições.

De acordo com o órgão, um edital detalhando o leilão será divulgado no site oficial. A ação foi aprovada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou a jornalistas que a recompra ocorre quando há condições e necessidade de intervenção.

Simultaneamente, a Secretaria do Tesouro cancelou o próximo leilão de Letras Financeiras do Tesouro (LFT), também conhecidas como Tesouro Selic, que são vinculadas à taxa básica de juros.

Na segunda-feira (26), logo após o segundo turno das eleições presidenciais vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva, o Tesouro recompensou mais de R$ 14,8 bilhões em títulos.

Durigan classificou as instabilidades recentes como resultados naturais do ajustamento do mercado às expectativas políticas. Ele expressou confiança na retomada da racionalidade do mercado.

“É esperado que uma vitória inesperada, como a de Lula, possa causar desajustes temporários”, afirmou o ministro, destacando a importância de manter a racionalidade sem grandes oscilações.

Fonte: Agência Brasil



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